Tudo começou quando eu peguei o apagador do professor, e ele melou minha mão. Peguei o piloto, e comecei a escrever no quadro o que o professor mandou. Voltei para minha banca, quando fui usar o lápis, a ponta dele quebrou. Peguei a lapiseira emprestada de um amigo, e fiz a ponta dele. Estava com sede, pedi pro professor para ir beber água; para não perder a aula, eu enchi o copo com água, e voltei para sala. Me sentei na banca e sem querer derramei o copo com água no meu livro. Peguei a minha Bíblia e tentei achar algo que falasse sobre azar ou maldição; porque não é possível, tá tudo dando errado hoje. Na volta do intervalo, tivemos que fazer uma atividade que precisava destacar a folha, peguei o grampeador na secretaria e grampeei a folha. Finalmente larguei, e quando cheguei em casa, me deparo com o meu avô lendo jornal. Eu tinha algumas atividades para fazer, fui para o quarto e quando chego lá, vejo meu irmão brincando com uma lapiseira azul. Quando terminei de fazer as atividades, fui descansar um pouco. Um tempo depois, chega meu irmão me chamando para jogar o soletrando do Luciano Hulk; eu nem sabia que aquele cara tinha jogo. Terminei de jogar, fui dormir para acabar com o dia da bizarrice.
Tudo começou quando o apagador, apagou a dor do professor,que não aguentava mais o barulho na sala de aula. E então o piloto foi usado para colocar, o nome de cada um que estava fazendo barulho na aula. Na mesma sala os alunos usaram uma lapiseira para apontar o lápis e escrever uma história do livro harry potter e nessa mesma hora jogaram um copo descartável no professor sem motivo algum e então o professor pegou uma bíblia e começou a pregar o novo testamento para da mais educação a eles. então os alunos usaram um grampeador para fazer um trabalho sobre a pregação do professor. nesse meio tempo o professor pegou o jornal e começou a ler de pernas pra cima e então pegaram outra lapiseira, uma azul e jogaram de novo no professor sem motivo algum. Na hora do intervalo começaram a jogar soletrando do luciano hulk mas ninguém sabia soletrar.
Tudo começou quando o piloto caiu da mesa do professor, o aluno que estava apontando o seu lápis com a lapiseira avisou ao professor que aquele objeto tinha caído, o garoto que estava lendo um livro começou a rir, acho que livro era engraçado, mas sem querer outro aluno deixou cair um copo de água no livro dele e logo ele parou de rir e ficou sério, o aluno que estava lendo uma bíblia foi tentar ajudar pra não dar em confusão, mas não adiantou e o aluno com raiva usou o grampeador para grampear o dedo do garoto que derrubou o copo com água em seu livro, o aluno quieto tentou ajudar de alguma forma jogando uma bolinha de jornal no aluno que estava com raiva, e conseguiu, o aluno que estava apontando o seu lápis com a lapiseira azul tentou acalmar a situação e chamou eles para jogar o jogo soletrando do Luciano hulk, e eles ficaram calmos.
Tudo começou quando um apagador, um piloto e uma lapiseira foram encontrados na cena do crime. Além desses objetos, se encontrava um livro recém-molhado por um copo d'água, esse livro era a bíblia. A vítima estava com marcas em seu corpo, marcas de ataque com grampeador, o crime logo sairía no jornal. Notava-se que na lapiseira tinha partes de pele, unhas e carne humana, logo viram que as mães da vítima estavam trituradas com o pequeno ferro da lapiseira. Contrataram o detetive mais famoso da cidade, e ele pensava no crime enquanto jogava o soletrando do Luciano Hulk, ele juntou as peças e chegou na solução: a vítima foi morta por um "amigo" dentro de sua casa enquanto fazia diversas anotações sobre a bíblia, as suas anotações eram surpreendentes, por isso, o suspeito foi possuído pela inveja e resolveu matar o homem usando o grampeador e a lapiseira além de roubar as anotações.
Tudo Começou Quando eu fui ao colégio e tive que devolver um apagador e um piloto ao meu professor que os tinha perdido,nâo só isso mas também devolver a lapiseira ao meu colega. Mais tarde naquele mesmo dia enquanto eu lia um livro deu-me sede, e então fui ao bebedouro e me deparo com uma bíblia que me deixa curioso para saber como foi que ela parou ali, eu a pego e a levo até a biblioteca a devolvendo lá, após isso a bibliotecária me pediu para que eu fosse buscar um grampeador para ela. Na diretoria ainda com o objetivo de pegar o grampeador, ao olhar para o lado me deparo com minha lapiseira azul ao lado de um jornal nos achados e perdidos que após eu levar o grampeador eu voltarei pra pegar.No final de tudo pra me distrair eu tiro da minha bolsa um soletrando do Luciano Huck e começo a jogar.
Tudo Começou Quando eu fui ao colégio e tive que devolver um apagador e um piloto ao meu professor que os tinha perdido,nâo só isso mas também devolver a lapiseira ao meu colega. Mais tarde naquele mesmo dia enquanto eu lia um livro deu-me sede, e então fui ao bebedouro e me deparo com uma bíblia que me deixa curioso para saber como foi que ela parou ali, eu a pego e a levo até a biblioteca a devolvendo lá, após isso a bibliotecária me pediu para que eu fosse buscar um grampeador para ela. Na diretoria ainda com o objetivo de pegar o grampeador, ao olhar para o lado me deparo com minha lapiseira azul ao lado de um jornal nos achados e perdidos que após eu levar o grampeador eu voltarei pra pegar.No final de tudo pra me distrair eu tiro da minha bolsa um soletrando do Luciano Huck e começo a jogar.
Tudo começou quando o apagador caiu no meu pé, deixou-o roxo e doendo, e pra piorar a tinta do meu piloto manchou minha camisa nova. Na outra aula eu fui fazer a ponta do meu lápis e a lâmina da minha lapiseira soltou, e quando eu me levantei para pegar uma nova, derrubei a água do meu copo em cima do meu livro. Na hora do almoço tem culto numa sala e eu, levei minha bíblia pra estudá-la junto com o pessoal. No outro dia, corrigi os trabalhos dos alunos e alguns não tinham grampeador para grampear as folhas, tive que buscar na secretaria e o grampeador caiu no meu pé machucado. Eu sou tão desastrada, azarada que eu deveria até estar com a cara nós jornais com o título da mais desastrada e azarada do mundo. Lembram da lapiseira? Então... A outra nova que comprei, azul, que era linda, quebrou também. Na minha 2° aula depois de corrigir os trabalhos, fiz uma dinâmica com meus alunos com o soletrando do Luciano Hulk, quem soletrasse corretamente e mais rápido ganharia um prêmio. Eu até me diverti, até estranhei nada de ruim ter acontecido nessa aula, mas quando estava voltando para casa, começou a chovy e eu não tinha levado guarda-chuva
Tudo começou quando o apagador caiu no meu pé, deixou-o roxo e doendo, e pra piorar a tinta do meu piloto manchou minha camisa nova. Na outra aula eu fui fazer a ponta do meu lápis e a lâmina da minha lapiseira soltou, e quando eu me levantei para pegar uma nova, derrubei a água do meu copo em cima do meu livro. Na hora do almoço tem culto numa sala e eu, levei minha bíblia pra estudá-la junto com o pessoal. No outro dia, corrigi os trabalhos dos alunos e alguns não tinham grampeador para grampear as folhas, tive que buscar na secretaria e o grampeador caiu no meu pé machucado. Eu sou tão desastrada, azarada que eu deveria até estar com a cara nós jornais com o título da mais desastrada e azarada do mundo. Lembram da lapiseira? Então... A outra nova que comprei, azul, que era linda, quebrou também. Na minha 2° aula depois de corrigir os trabalhos, fiz uma dinâmica com meus alunos com o soletrando do Luciano Hulk, quem soletrasse corretamente e mais rápido ganharia um prêmio. Eu até me diverti, até estranhei nada de ruim ter acontecido nessa aula, mas quando estava voltando para casa, começou a chovy e eu não tinha levado guarda-chuva
Tudo começou quando o professor deixou cair o seu apagador fazendo um alto barulho, envergonhado foi pegar seu apagador do chão e sem querer deixou cair também o seu piloto, ele pegou os dois objetos e colocou sobre o seu birô ao lado de sua lapiseira. A aula continuou normal até que o copo de água que está em seu birô caiu, derramando toda água em cima de seu livro e bíblia, o professor passou-se a ficar chateado. Aquele realmente não era seu dia de sorte. Para piorar no meio daquela maré de azar, um aluno acabou grampeando se com o grampeador de sua colega e já é de se imaginar o tamanho da confusão e agora sim, o professor realmente se irritou e com raiva saiu com o menino para enfermaria, tendo que tomar toda a responsabilidade já que o acidente ocorreu em sua aula. — UFA! Até que enfim! - exclamou o professor aliviado pois sua aula tinha acabado e ele já estava louco para ir à sala dos professores lê o seu jornal e poder inaugurar a sua nova lapiseira azul, já que a sua outra quebrou quando ele derrubou mais cedo no caminho ao vir para escola. No fim do dia quando finalmente voltou para casa, chamou sua família para jogar o jogo do Soletrando com Luciano Huck e poder contar a eles o dia desastroso que tivera.
Tudo começou quando o apagador caiu da lousa do professor e o piloto parou de funcionar e junto disso a lapiseira quebrou também. O professor pensava : - Nossa! como estou azarado hoje. Além desses acontecimentos o livro que estava em cima de sua lousa foi molhado pelo copo de água ao lado. - Realmente hoje não é meu dia. Disse o professor, mas eram coisas normais que poderia acontecer com qualquer pessoa. Após o trabalho ele foi para casa tomar banho e se trocar para ir a igreja, já quase saindo de casa ele se lembrou da bíblia pegou-a e foi para seu destino. No dia seguinte na escola seu grampeador deu defeito, que ele iria utilizar na aula mais tarde. No mesmo dia ele passou na livraria e aproveitou e comprou o jornal do dia e comprou uma lapiseira azul; um piloto; um grampeador e um jogo soletrando do Luciano Huck para fazer uma dinâmica na aula com seus alunos.
Tudo começou quando eu estava na escola na sala de aula na aula de português e a aula estava tranquila até que o apagador do professor caiu no chão e um aluno retardado o escondeu enquanto o professor estava escrevendo mas seu piloto parou de funcionar, e enquanto eu estava escrevendo meu amigo me pediu uma lapizera mas eu não dei porque ele não tinha me devolvido o livro de português, então pedi ao professor para ir beber água. Enquanto eu estava lá percebi que os copos tinham acabado e quando olhei para atrás, tinha um vampiro atrás de mim e quando ele ia morder meu pescoço puxei uma bíblia do meu bolso e joguei na cara dele e ele caiu inconsciente então peguei um grampeador que estava em cima do bebedouro e usei ele para grampear a boca do vampiro então chamaram a polícia e o jornal nacional e a repórter me chamou de bêbado e então fui para casa e no dia seguinte fui processar a globo por calúnia mas obviamente perdi o processo então eles me chamaram para uma entrevista para me dar um presente por meu ato de coragem por derrotar o vampiro, então começou a reportagem e me aplaudiram e me deram o presente que era uma lapizera rosa e um soletrando do Luciano Hulk, eu não disse nada e quando a entrevista acabou fui para casa mas antes disso, botei fogo no prédio da Globo pelo presente horrível.
Tudo começou quando o apagador do professor sumiu,e também o seu piloto e ele não os encontrava em lugar algum. Os sumiços de objetos eram constantes,no dia seguinte,um aluno não achava sua lapiseira,no mesmo dia ,uma aluna não conseguia achar seu copo e nem seu livro,os desaparecimentos não acabavam. Nessa escola o diretor sempre carregava com ele uma bíblia ,ele notou o desaparecimento dos objetos e ficou alerta,até que seu grampeador sumiu.o porteiro estava lendo seu jornal, aguardando a hora para abrir a escola,quando ele abriu a escola chegou um menino apressado que derrubou no chão o seu estojo aberto,assim caiu fora do seu estojo uma lapiseira azul,ele subiu as escadas da escola correndo e tropeçou,alguns alunos que estavam reunidos jogando o soletrando do Luciano hulk riram dele. Os desaparecimentos não pararam e ainda não tinham descoberto que tinha roubado todos aqueles itens,no fim a culpa era das pessoas que não lembravam onde tinham guardado seus objetos, enfim Alzheimer.
Tudo começou quando o professor entrou na sala de aula e pegou seu apagador para retirar os vestígios de piloto de seu quadro, começou a escrever sem animação, parecia não querer dar aula naquele dia, ele para e se vira para sua turma, que fica em silêncio pelo ato inesperado que só é quebrado por uma lapiseira que cai no chão. Um aluno tentando mudar aquela situação pergunta - Professor, é pra pegar o livro? – Ele responde com um simples e frio “não”. Outro aluno pega um copo e pede para sair, provavelmente fazia aquilo pra se retirar daquele clima desconfortável. Os alunos começam a ficar mais inquietos e se questionando o por que do seu professor está tão estranho. Então Ele começa... - Ontem estava lendo a Bíblia quando me peguei pensando: por que eu segui essa carreira? no tempo era tudo que eu mais queria... ser professor, era meu sonho, Mas agora eu não eu estou satisfeito com isso, eu me prendi a uma profissão, uma cidade, uma rotina, não consigo mais ver brilho nas coisas do dia a dia- ele senta em sua cadeira e organiza sua mesa, canetas, livros, grampeador etc. Continua falando olhando pra sua turma -Estava vendo em num jornal um homem que não se prende à coisas materiais, que não morava em um lugar fixo, como é mesmo o nome? NÔMADE!, esse era o nome! ele vivia a vida ao máximo... A sala mais uma vez inquieta fazia coisas fúteis para tentar sair daquela situação, enquanto um aluno apontava um lápis que não precisava ser apontado em sua lapiseira azul, outro pegava um jogo de soletrar do Luciano Hulk e virava-se pra o colega. O professor percebendo o incomodo da turma pede desculpas a eles por falar coisas tão sérias pra pessoas tão jovens, sai da sala de súbito e entra no banheiro batendo a porta com força, o menino que saíra para beber água, agora voltando vê a cena e fica preocupado, vai até a sala e os seus colegas o explicam a situação, ao entender o que tinha acontecido vai correndo para a secretaria informar sobre o professor, que agora no banheiro, se questiona na frente do espelho -o que aconteceu com minha vida? Quando eu perdi o controle de tudo? Não tenho com quem possa conversar, cheguei ao ponto de desabafar com meus alunos, crianças... Ele respira fundo e toma uma decisão: -Já não tenho mais controle sobre minha vida, então não faz mais sentido continuar com ela- Ele confere se a porta está trancada e fica de frente do espelho e da um soco quebrando-o e espalhando vidro por todo lugar, pega um pedaço grande e corta na região da garganta, ali mesmo vai ao chão não morto, mas perdendo muito sangue. Enquanto isso o aluno que foi a secretaria chega no banheiro com o diretor, que bate na porta chamando pelo professor, sem resposta, ele começa a forçá-la, sem sucesso e sem resposta o diretor arromba a porta, e surpreso empurra o menino pra não ver tal cena, quando chega perto do professor no chão percebe que ele ainda está vivo, mas perdendo muito sangue e rápido, ele tenta estancar o vazamento enquanto liga para o hospital, inutilmente, pois pouco antes da ambulância chegar ele morre pela quantidade de sangue perdido. -Como foi pra você, um aluno saber disso tudo -Foi uma situação totalmente traumatizante Dr, tanto que com todo esse tempo que tenho consultas com o senhor, só hoje consegui falar sobre esse marco na minha vida, eu lembro que a escola fechou por um tempo depois do acontecimento, e que quando voltou ninguém era como antes, nós todos parecíamos ter perdido algo de dento de nós. E perdemos.
Tudo aconteceu quando numa bela noite uma professora estava saindo da escola que ensinava, era tarde e ela não percebeu o horário passado, pois estava corrigindo algumas provas e acabou se esquecendo do horário. A caminho da saída ela passou por uma sala de aula, que estava com a porta aberta, quando viu um apagador apagando o quadro sozinho, no quadro estava escrito palavras de assustadoras e de mal gosto. Assuntada com a situação ela chegou a pensar que fosse alguma brincadeira de algum aluno. Esse pensamento passou rápido, quando ela viu na escuridão do corredor que estava, um rosto de uma mulher, e escutou como se fosse alguém correndo atrás de si e, além disso, também escutou um grito estridente, que a fez olhar para trás assustada, quando olhou para frente novamente não tinha ninguém lá, o rosto da mulher desapareceu. Tentado fugir da situação assustadora ela correu para uma escada que estava a sua direita, que levava ao andar de cima. Quando estava no meio da escada, do topo dela começou a cair vários pilotos, fazendo ela escorregar e acabar machucado o pé. Mas ela se levantou, com muita dificuldade e conseguiu subir o que faltava da escada e entrou na primeira porta que encontrou, que também era uma sala de aula. Vagando os olhos por aquele lugar rapidamente, tentado encontrar algo que lhe atente contra vida, ela conseguiu enxergar naquela escuridão da sala, onde a única luz que ali tinha era da lua que passava pela janela e refletia diretamente a uma mesa onde tinha um livro, que nele estava escrito palavras estranhas e símbolos que ela jamais viu. Muito assustada ela correu tentado abrir a porta da sala, para sair do local, porém uma força de outro mundo lhe empurrou com tanta força a fazendo bater com as costas na parede do outro lado da sala. O impacto com a parede a fez gritar. Tentado se recuperar ela olhou para cima e viu do outro lado da sala, perto da porta, a mesma que estava a alguns segundos atrás uma mulher vestida com um vestido branco, completamente melado de sangue. Em sua mão direita ela carregava uma bíblia e na outra um copo de vidro. A mulher olhava no fundo dos seus olhos, lhe passando a mensagem que não adianta ela correr, pois, ela iria lhe pegar. Ela não tinha a menor condição de fugir daquela situação, pois estava muito machucada. Mesmo assim se levantou com várias partes do seu corpo doendo. Assim que ela ficou em pé a mulher jogou o copo em sua direção, dando um grito muito agudo, mesmo grito que havia escutado mais cedo. O impacto do copo acabou atingindo seu braço e o cortando, e pelo susto o seu corpo pendeu para trás. O que ela havia esquecido, era que atrás dela tinha uma janela, que acabou quebrando a fazendo cair do segundo andar. Caindo, ela olhou para a janela que caiu e viu a mulher lhe olhando com um sorriso no rosto. Isso foi a última coisa que viu, antes de desmaiar. Quando acordou estava em um hospital, e também não estava sentindo seus movimentos, o que a fez ficar desesperada. Olhando ao redor seus olhos, pousaram em uma mesa que estava do lado da maca em que se encontrava. Nessa mesa tinha um grampeador, um jornal e uma lapiseira azul, de princípio na entendeu o sentido daquelas coisas se encontrarem naquele local. Mas quando olhou para o jornal ainda deitada, ela viu a notícia de que uma mulher atormentado a vizinhança, ela temeu que fosse a mesma mulher que lhe atentou contra a sua vida. Na mesa também tinha o jogo soletrando do Luciano Hulk, onde não havia percebido estar ali. O jogo estava aberto e tinha algumas cartas para fora e em uma delas estava escrito com uma tinta vermelha, que parecia sangue. Para falar a verdade era sangue. Que iria pegar ela e não adianta ela se esconder! Ali ela percebeu ser seu fim!
Tudo começou quando eu estava na escola, no horário de intervalo, quando resolvi rabiscar o quadro, já que estava entediada. Aproveitei que lá estava o apagador e o piloto do professor. Depois que terminei, resolvi sentar na minha cadeira e esperar a hora da aula começar, mas foi ai que percebi que minha lapiseira sumiu. Resolvi procurar na minha mochila e vi que também havia sumido meu livro e meu copo de água, So estavam lá minha bíblia e o grampeador. Depois de muito procurar, ainda sim, não obtive resultados, então resolvi procurar fora da sala, (Caso eu tenha deixado cair ou perdido no caminho por acidente). E Sem perceber quem vinha no caminho, acabei esbarrando com o meu professor, que passava por lá, segurando seu Jornal e seu café. E já de se esperar, acabei derrubando todo seu café, que por sinal, lhe sujou inteiro. E o seu jornal, já não se usaria mais. Percebendo o estrago que causei, voltei correndo imediatamente para a sala, e logo em seguida, entra se o professor, que estava enfurecido, parecia totalmente indignado com a situação. Ele estava completamente sujo e encharcado de café. Depois de toda essa situação, acabei levando uma pequena advertência, que por minha falta de atenção, acabou gerando esse acidente um pouco desastroso. E para piorar, sujei todo o seu quadro, com um piloto permanente...
No final da aula, acabei encontrando minha lapiseira e as outras coisas que havia se perdido. Estavam lá, no mesmo lugar de sempre, no armário, que é lá onde guardo todas as coisas possíveis, é tantas as coisas que por um acaso encontrei o jogo "soletrando" do Luciano huck, que eu costumava jogar com o meu avô.
No fim levei advertência, mas pelo menos acabei encontrando o que queria.
Tudo começou quando, durante uma madrugada de inverno, fui acertado por um livro enquanto caminhava pela floresta perto da minha casa. Massageando o galo em minha cabeça em busca de alívio para a dor, observei o livro gigantesco aos meus pés e estranhei o seu título; "Ciência, Feitiçaria e Química para Duendes". E antes que eu pudesse pensar mais sobre o assunto fui, novamente, agredido por alguém escondido detrás das árvores, que jogou dois apontadores de cores diferentes em minha direção. - Mas será que ele é idiota? – resmungou uma voz masculina extremamente anasalada. Ainda desnorteado pela agressão, eu me virei em direção á sua voz, e pude ver, apontando minha lanterna, o ser pequeno e de traços tão característicos dos contos de fadas. Um duende. – Olá, jovem. Ele vestia uma calça bege apertada e um casaco elegante de tom escuro por cima da blusa da mesma cor da calça, além de usar um gorro pontudo. Passava um ar elegante e segurava um grampeador em sua mão minúscula. - Posso ajudar? – questionei, temendo ser acertado pelo objeto que o ser pequeno segurava. Afinal, já havia provado a força por trás da aparência. - Claro que sim, meu caro! Sou professor substituto na escola “Contos de Fadas” e não faço a mínima se ela fica para o norte ou para o sul desta floresta, pode me dizer qual é a direção? – a simpatia em sua voz era impressionante para alguém que agredira uma pessoa com um livro. - Não faço a mínima de onde essa escola fica. Na verdade, nem sabia de sua existência – respondi, apanhando os materiais ao chão e o copo de plástico que eu segurava antes da aparição daquele ser estranho. Para falar a verdade, estava á busca da água do poço, que era situado bem no meio do bosque. Apesar de ser tarde e escuro, precisava da água gelada para a minha garganta seca, e não havia água em minha casa. O certo poço já havia se tornado popular para a minha vila e, tudo havia se tornado ainda maior quando comerciantes passaram a abrir vendas bem ao lado. A popularidade do local chegou até os povoados próximos ao meu e, até mesmo as bancas de jornais voltaram a ser frequentadas após construídas por ali. - Mas não é cedo demais para a escola abrir a essa hora? – perguntei, o entregando seus pertences e me questionando como poderia manter a tranquilidade diante de um duende. – Logo os comerciantes aparecem e te dão a informação que tanto quer. - Certo, mas vou esperar apenas até o nascer do sol. – disse, abrindo sua mochila preta e guardando os materiais. E eu, como o bom curioso que sou, estreitei os olhos e ergui a lanterna para enxergar um estojo transparente com pilotos de quadro e uma Bíblia de bolso. - Você é cristão? – ousei perguntar e acabei me surpreendendo com sua resposta, assim como me surpreendi com as discussões e diversões que seguiram até o nascer do sol. Passamos a jogar um “soletrando” do Luciano Hulk e Dominó, jogos que ele guardava em sua mochila, mas nunca usava. No final das contas, o duende chamado James havia assustado os comerciantes, chegara atrasado ao novo trabalho e me manterá acordado até o nascer do sol. Mas apesar de tudo, foi naquela madrugada que ganhei um amigo duende. O primeiro e único.
Tudo começou quando eu cheguei na escola e o apagador havia sumido. Não havia como apagar o que o professor havia escrito com o piloto no quadro. Eu pedi para me emprestarem uma lapiseira, eu estava tentando ler um livro enquanto bebia um copo d'água. Eu olhei para o lado e vi uma pessoa lendo uma bíblia, do nada, alguém jogou um grampeador nessa pessoa. O professor por sua vez estava lendo um jornal e nem notou o que fizeram. Me emprestaram uma lapiseira azul. De repente, vi várias pessoas se juntando para jogar o jogo "Soletrando" do Luciano Huck.
Título: o encontro de Tana com um demônio( parte 1)
Tudo começou quando um apagador místico e um piloto lendário foram roubados do mago Christopher. E você vem me perguntar : como coisas inúteis como essas podem ser importantes? Além do fato deles serem feitos de Libon, um material mágico e raro, eles tem fragmentos de uma lapiseira construída por guinombos. Mas como coisas comuns como essas aos seus olhos são tão importantes? simplesmente coisas como essas podem se disfarçar muito bem como copos e livros, aliás quem duvidaria de coisas simples? é aí que está a essência da magia. Além de que as bíblias dos magos são bem severas em relação a objetos mágicos.
Num dia comum, mas não daqueles com um sol radiante e sim uma manhã nublada na cidade de chipping, Tana andava pensando no quão importante ela era, aliás, ninguém se importava com ela. Até que ela encontra algo.
- oras, que diabos um grampeador está fazendo na rua assim? Quase que Caio aqui! Se bem que nos dias de hoje jogam tudo na rua, mas não posso reclamar até porque eu faço o mesmo- nesse momento ouvisse uma voz rouca na mão de Tana e diante seus olhos o grampeador se tornou um jornal. ela soltou aquilo no chão e Deu um grito.
- que diabos é isso?! - se acalme criança. não irei te fazer mal.
Então um homem começou a se aproximar de Tana e a criatura mudou de forma novamente e se transformando em uma lapiseira azul.
- os jovens de hoje não tem jeito- disse o homem.
- você disse isso comigo?
- Claro- e se foi o homem mal humorado.
E novamente a coisa mudou de forma e se transformou em um jogo quando uma criança se aproximava de Tana. O jogo tinha um nome estranho: um jogo soletrando do Luciano Huck!
- mas o que é isso agora?
- sou um demônio do fogo, tenho que me transformar em algo adaptável .
Ao ver o jogo a criança se aproximou de Tana querendo o demônio que estava disfarçado no chão. Tana rapidamente pegou a caixa.
- mamãe, eu quero, eu quero! - infelizmente os ocidentais não tem muito gosto para jogos- disse o demônio do fogo para Tana.
Nesse momento uma senhora se aproximou de Tana e disse:
- olá minha jovem, por quanto poderia me dar esse jogo?- nesse momento Tana pensou: que coisa! E quem disse que estou vendendo isto? Mas lhe ocorreu que aquela era sua oportunidade, até que novamente a voz rouca apareceu.
- você não pode me vender garotinha se não o mago não vai gostar!- que droga!- pensou Tana .
- infelizmente ele não está a venda senhora- disse Tana com um sorriso forçado. A mulher até que insistiu, mas algo fazia Tana negar a oferta de compra .
Título: o encontro de Tana com um demônio ( parte 2)
- esses jovens ! Vamos meu filho, não ligue para essa garota de quinta.
- você falou isso comigo?
E lá se foi a mulher com seu filho, que parecia ter uns 2 anos, carregando o garoto no braço, chorando e gritando.
- que amolação! Isso tudo é sua culpa-disse Tana fuzilando o demônio com seus olhos vermelhos cor de sangue.
- foi sensato da sua parte não me vender, eu sou muito útil- disse o demônio abrindo um sorriso debochado na caixa.
- como assim útil? Você não me parece útil.
- isso é porque não foi formalizado minha cara... - o quê? - precisamos fazer um pacto- nesse momento os olhos de Tana se arregalaram.
- me leve para um lugar solitário, sem ninguém, e eu te contarei. Tana aceitou de imediato, ela nunca teve sorte com nada, mas será que sua sorte que nunca chegou a ter, finalmente voltou-se a estar com ela? pensou a garota, mas mal sabia ela que entrou numa roubada.
Enquanto a garota segurava cuidadosamente o demônio, sentiu um leve frio na sua espinha que a deixou com medo do que ela estava fazendo. E lá se foi Tana, e em suas mãos que agora tremiam, estava o ser com um sorriso debochado.
- você não está com medo de mim, não é mesmo?
- claro que não- a voz de Tana, cujo era melancólica, agora estava com um ar de medo.
- entendo, mas você sabe para onde vai me levar?
- Este é outro problema- nesse momento um homem alto e bem vestido apareceu com os olhos alarmantes, olhando para as mãos de Tana.
- você sabe o que está segurando, minha ratinha?
Nesse momento Tana levantou sua cabeça e disse:
- não sou uma rata!- nesse momento os olhos do homem fuzilaram a mão de Tana, ele pegou a mão dela e fez sair a tal criatura que ali estava.
- o que um demônio do fogo está fazendo com uma criança?- nessa hora o demônio mudou várias vezes de forma se transformando novamente nos objetos escolares- não venha com isso seu demônio travesso! Você pensa que pode se disfarçar como objetos de Libon? aliás, não mandei você procurá-los?- disse o homem furioso.
- e eu estava até que essa garota me encontrou e... Eu gostei dela- disse o demônio com um sorriso falso. - não é minha culpa. - eu sei minha ratinha. - não sou sua rata! - disse Tana novamente, querendo dar um soco no homem. Ao reparar bem, viu seus olhos verdes que pareciam duas bolas de gude, seus cabelos loiros voaram ao vento e seus lábios rosados se esticaram com um sorriso. - vamos Leon e nada mais de travessuras seu demônio irresponsável-disse o homem rindo.
- sou mais responsável que você-disse o demônio também rindo.
Então começou uma ventania extremamente forte, levando o homem e o demônio que agora estava em suas mãos.as últimas palavras do homem foram:
" Até logo minha ratinha"
Seguido da resposta de Tana:
- eu não sou sua ratinha!
E lá se foi o homem, deixando Tana sozinha e confusa de como voltar para casa.
Um dia normal na ETEMAC Tudo começou quando fui à escola e fiquei responsável por entregar o apagador ao professor anterior da aula passada. O problema é que quando fui descer a escada escorregou da minha mão, e o apagador foi longe, porém, ele não quebrou e entreguei ao professor.
Quando voltei a sala, me falaram que o piloto e seu apagador do professor sumiram, e meus colegas vibravam de alegria, porém, como tudo não são flores, o professor falou que ia buscar o projetor para uma atividade. Ao entrar na sala o professor sem querer esbarrou em um dos seus alunos e derrubou a lapiseira que tava na mão do aluno, e o professor quase pisa, mas ainda bem que não se machucou. Após copiar o assunto, ele deu continuidade para aquela atividade que ele falou que seria fazer um poema com a palavra principal“ copo’’, e tava difícil demais, meus neurônios ia explodir, mas aí tocou para o lanche, e já tava preocupada se ia entregar. Ao tocar o sinal ele pediu para que todos fossem a biblioteca e pegassem um livro e uma bíblia para coletar palavras de nosso cotidiano, com variação linguística. Após terminar todas aquelas palavras e traduções, o professor mandou todos pegar o grampeador que tava ao lado do seu apagador para grampear a atividade passada com as palavras traduzidas. Por fim ele passou um trabalho para a n1,e ganharia um prêmio que fosse mais criativo. O trabalho era para usar o jornal para se basear e reproduzir um jornal com notícias da etemac, e o prêmio seria o soletrando do Luciano Hulk e uma lapiseira azul.
Tudo começou quando o professor estava dando aula e se deu conta que esqueceu seu apagador, então foi em outra sala e pegou emprestado com outro professor, e aproveitou que estava fora de sala, e foi colocar tinta no seu piloto. Na mesma aula, ele passou uma prova na qual valia nota, após um tempo de prova, um aluno falou q a ponta de seu lápis quebrou e pediu para seus colegas uma lapiseira, enquanto ele pedia, o professor notou um aluno vendo o livro, porém, ao invés de pegar a prova do aluno, ele falou que iria beber um copo d'água e ficou observando o aluno do lado de fora da sala, após um tempo, entrou na sala novamente e se deu conta que o garoto já tinha terminado a prova e estava lendo a Bíblia para se acalmar da tensão da prova. Após alguns minutos, uma garota avisou ao professor que a sua prova não estava grampeada, e foi na secretaria usar o grampeador para prender as folhas. Após a aula, todo largaram e foram pras suas casas, quando chegou em casa, o professor foi ler um livro pra descontrair do dia cheio, até que seu filho chegou e falou que estava precisando de uma lapiseira nova, então ele foi comprar, e encontrou uma bela lapiseira azul, aproveitou e comprou um jogo de soletrar do Luciano Hulk, para entreter seu filho.
Tudo começou quando eu encontrei o apagador e um piloto em cima da mesa. A lapiseira também estava ao lado, mas eu não prestei atenção nisso. Ouvi um barulho vindo dos fundos e me virei para ver o que era. Quando eu me virei, avistei uma mulher com um vestido preto, segurando um livro preto. Seu rosto era irreconhecível, sua boca estava sangrando, haviam marcas em seu pescoço, sugerindo que alguém a tinha enforcada, em suas pernas, tinham grandes cortes que aparentavam serem profundos. Ao meu lado tinha um copo de vidro, eu o peguei e o bati em sua cabeça, o vidro caiu pelo chão e cortou um pouco do meu dedo. Ela veio em minha direção em quanto falava palavra estranhas, a mulher me ignorou e andou reto, em direção a uma bíblia muito antiga que estava em cima da estante. Eu estava em pânico, a criatura era horrenda e assustadora, eu não encontrei nenhum objeto que poderia utilizar como arma, tinha apenas um grampeador, inútil e indefeso. Quando eu tentei olhar de novo para a mulher, afim de tentar reconhece-la, eu lembrei de um jornal que eu li alguns meses atrás, nele havia uma reportagem sobre uma mulher de 21 anos que foi brutalmente assassinada pelo seu vizinho. Seu corpo foi encontrado esquartejado dentro de um cofre, junto dele encontraram uma lapiseira azul. O caso ainda não foi solucionado, mas os policiais acreditam que seja algum tipo de mensagem oculta para alguém, o resto, eu não consegui me lembrar.
A mulher descobriu que eu a tinha reconhecido e continuou a dizer frases estranhas. Ela pegou o grampeador que eu achava ''indefeso'', olhou para os meus olhos e o enfiou dentro do meu olho esquerdo, ela fez isso três vezes. Eu gritei de dor, ela insatisfeita abriu sua bíblia e pegou uma faca de dentro dela, veio em cima de mim e cortou o meu antebraço. O sangue jorrou em todo o chão e eu gritei de dor novamente enquanto caia sobre meu sangue. Quando abri os meus olhos, eu estava deitado em cama, dentro de um hospital e ao meu lado, em cima da mesa, tinha um soletrando do Luciano Huck. Eu não entendi de início, mas eu sabia que ali era a minha morte.
TUDO COMEÇOU QUANDO O QUE EU MAIS QUERIA, ERA UM APAGADOR PARA APAGAR ESSE PÉSSIMO DIA, EU ESTAVA NA ESCOLA DE MANHÃ E QUANDO EU VIRO PRA PEGAR MEU APONTADOR, UMA PESSOA JOGOU UM PILOTO NA MINHA CABEÇA, FIQUEI TÃO BRAVA, MAS EU DEIXEI PRA LÁ. PEGUEI MEU COPO PARA BEBER ÁGUA, QUANDO ALGUÉM ESBARRA EM MIM E MEU COPO CAI É QUEBRA, SÓ PELA PARTE DA MANHÃ ACONTECEU ISSO TUDO, SÓ QUERIA IR PRA CASA. TENTEI ESQUECER AS COISAS QUE TINHA ACONTECIDO E FUI LER MEU LIVRO FAVORITO : A BÍBLIA, QUANDO MINHA COLEGA TROUXE UMAS 5 FOLHAS E PEDIU MEU GRAMPEADOR E DEPOIS PEDIU PRA EU GRAMPEAR AS FOLHAS, FIZ E FUI PRA CASA. QUANDO CHEGUEI EM CASA, ENCONTREI UMA PILHA DE JORNAIS ESPALHADO NO MEU QUARTO E UMA CASA DA MINHA IRMÃ ESCRITO: SURPRESA, DE NADA PELA BRINCADEIRA, RESOLVO TOMAR UM BANHO E NO EXATO MOMENTO EM QUE ENTRO NO BANHEIRO, ENCONTRO VÁRIAS LAPISEIRAS ESPALHADAS NO CHÃO, INCLUSIVE A MINHA LAPISEIRA AZUL QUE ELA PEGOU DE MIM E ME FEZ ACHAR QUE EU TINHA PERDIDO.TOMEI MEU BANHO E QUERIA UM JOGUINHO TIPO: LUDO, BANCO IMOBILIÁRIO E ETC. FALEI QUE QUERIA JOGAR PRA MINHA MÃE E MEU AVÔ ESCUTOU E ME TROUXE O JOGO: SOLETRANDO COM LUCIANO HULK, NÃO QUIS SER GROSSA COM MEU VÔ E DISSE: VÔ ESTOU CANSADA, MEU DIA FOI CHEIO E ESTRESSANTE, VOU DORMIR TÁ?, ELE ENTENDEU. FUI AO MEU QUARTO, VI ALGUND TIK-TOKS E DEPOIS ACABEI DORMINDO.
Tudo começou quando fui para a escola e logo vi um apagador, um piloto, uma lapiseira e um livro no chão da sala de aula, estava uma bagunça. Peguei tudo que estava no chão e arrumei aquela sala. Depois que chegou na hora do intervalo vinheram me perguntar se eu tinha visto uma lapiseira azul e uma biblia na sala, quando eu escutei o nome "Biblia" fiquei surpreso, como que pode uma pessoa deixar atoa e perder algo tão sagrado? Procuramos a biblia e a tal da lapiseira azul, não encontramos. Tempos depois o sinal tocou, era hora de largar, quando chega um menino correndo e bate em mim com um copo cheio de água, fiquei com tanto ódio que me deu vontade de pegar um grampeador e grampear todo aquele menino. Me enxuguei, queria ir embora daquele lugar. Depois de sair da escola finalmente, decidi ir para a praça, comprei um jornal e comecei a ler, estava muito cansado depois desse dia, só queria minha casa. Já estava indo embora da praça, ate que novamente chega o mesmo menino que esbarrou em mim com aquele copo d'agua, me oferecendo um joguinho soletrando com o luciano hulk por 5 reais. Me alterei depois daquilo que decidi sair correndo para não se estressar mais ainda. Daí o alarme toca e logo percebi que tudo aquilo era um sonho, ou melhor um pesadelo.
Tudo começou quando um menino estava em sua casa, mexendo nas coisas do seu quarto, e encontrou no fundo da gaveta do seu guarda-roupa um apagador, o objeto que encontrara parecia velho, entretanto, ainda dava para o gasto. O garoto, como nunca usou ele, ficou bastante pensativo de como usar aquilo, até que ele pegou um piloto de sua mãe e foi testar na escola onde estuda, e achou interessante. Como aquele garoto era bastante prestativo e dedicado nos estudos, ele chegou a conclusão de dar aulas de reforço para as crianças no bairro onde morava. Dias depois, ele iniciou a jornada das aulas com os seus próprios livros que tinha recebido da escola. Ao passar dos meses, ele foi criando paixão em ensinar, pelo seu esforço e dedicação, as crianças gostavam muito dele, e ficam gratas a ele em auxiliar nas dificuldades que elas tinham, e ele incentivava a elas continuarem com brincadeiras que ele fazia, por exemplo:quem acertar a pergunta mais difícil, ganhava o Soletrando do Luciano Huck, duas lapiseiras, uma de cor azul e mais um copo e um grampeador. Até que um dia, uma menina estava com uma Bíblia na mão, lendo-a, dentro da sala, até então, o mesmo não era evangélico. Consequentemente, ele se dirigiu a aquela menina e a interrogou: - Oi, qual é o seu nome? Ela respondeu: - Luciana. O menino disse: - O meu é Eugênio, prazer! e perguntou o que ela estava lendo e ela disse: -Estou lendo a Bíblia. O garoto achou interessante e perguntou:-Posso ler com você? E ela confirmou balançando a cabeça positivamente. Na medida que eles iam lendo, eles iam debatendo sobre o conteúdo da Bíblia, assim sendo, a moça perguntou se ele queria aceitar a Jesus, e ele disse com entusiasmo e convicção: -Sim, eu quero! Deste modo, ele passou a ir na mesma igreja com Luciana, os dois ficaram muito amigos um do outro, começaram a trocar mensagens de Whatsapp e os dois tinham algo em comum: o sonho de se tornarem professores. A relação dos dois estava se tornando mais intenso, mas o inesperado acontece. Até então, o garoto soube que ela sofria de crises de ansiedade e ela ficou bastante tempo sem falar com ele pelo Whatsapp. No dia seguinte, Eugênio estava andando pelo centro da cidade na qual morava, com uma expressão triste e abatida. Até que um idoso com um jornal na mão, se aproxima dele e o perguntou: - Jovem, você é amigo da minha neta? Ele, sem entender, incrédulo com a pergunta que o velho fizera, disse: -Amigo? De quem? O homem respondeu: -De Luciana. O garoto falou: Ah, sim, a conheço. Até então, ele não imaginava que isso acontecera com ela, o idoso prosseguiu falando, com um semblante abalado e com os olhos mergulhados por lágrimas: Eu tenho uma péssima notícia para te dar. O garoto, já aparentemente também tristonho, o pergunta: -O que aconteceu com ela? O homem começa a descrever: Ela estava passando por dificuldades em casa por causa de sua mãe, que estava muito doente, e tinha que cuidar dos seus 2 irmãos, trabalhar e fazer os deveres de casa para ajudá-la, enquanto ela se recuperava. Mas o pior estava por vir, quando ela estava passando por uma rua que havia um tiroteio. Infelizmente, ela foi atingida por uma bala perdida no pescoço, os vizinhos tentaram a socorrer ao hospital, mas ela faleceu... Depois de 30 segundos dolorosos de choro, o idoso falou: -Agora, eu te deixo uma lição, nunca desista dos seus sonhos, siga em frente! E ele se despediu de Eugênio e seguiu para a sua casa. O garoto ficou muito triste no começo, ao ponto de quase entrar em depressão, mas ele se lembrou do que o homem lhe disse. 9 anos depois, estava ele se formando na universidade onde cursava a faculdade na qual almejava, em homenagem a sua amada Luciana, que ficará eternamente em sua memória. -Matheus Deivid
Tudo começou quando... O apagador notou que ambos seus amigos, o apagador e a lapiseira estavam silenciosos, tristes. Logo foi atrás de descobrir tamanha tristeza. Questionou para a Bíblia que era o líder do grupo, perguntou para o grampeador o famoso sabe tudo, questionou para o velho jornal, o sábio. Mas ninguém sabia o motivo de tanta tristeza. A lapiseira azul, irmã da lapiseira, também percebeu que sua irmã estava quieta e triste, porém ela não sabia o que estaria trazendo esse sentimento. O que todos não esperavam era que, o único que sabia o motivo era o jogo soletrando do Luciano Huck. Ele notara que ambos estavam cansados, não conseguiam trabalhar e estavam com medo de não serem mais úteis para o grupo, então finalmente o apagador descobriu o que estava trazendo a tristeza. - Francyelle Bezerra de Andrade
Tudo começou quando o professor pegou seu apagador e tirou seu piloto da bolsa, e emprestou sua lapiseira ao aluno. A lapiseira caiu no chão e quebrou, em seguida o menino pediu pra sair da sala e pegou seu copo e foi beber água, aproveitando que tocou pro intervalo, pegou sua Bíblia e foi ler, e começou a contar do novo testamento pra tia da limpeza. Mas sua Bíblia já era antiga e as páginas estavam caindo, então ele usou um grampeador pra colocar todas as páginas que caíram no lugar. Depois de ler e “ajeitar” sua Bíblia, ele foi ver o jornal, depois de ler algumas coisas, ele queria marcar os assuntos que mais chamou sua atenção. Mas a ponta do seu lápis estava quebrada, então ele lembrou que na sala tinha uma lapiseira azul, fez a ponta e marcou as notícias. Aproveitando que ainda faltava um tempo pro intervalo acabar, juntou seus amigos e foi jogar o “soletrando com o Luciano Huck”.
Tudo começou, quando cheguei na escola e tacaram um apagador em mim, não tinha sido de proposito e acabou sendo "sem querer", mas entrei na resenha e taquei um pilote de volta e acabei derrubando a minha lapiseira, resolvi tomar agua e peguei um copo de plástico para isso, resolvi ir na biblioteca para ler um livro e acabei encontrando uma bíblia, resolvi pegar o grampeador para colocar a folha solta de volta na bíblia, acabei encontrando um jornal de hoje e resolvi ler e me atualizar, acabei ficando entediado, nisso peguei uma lapiseira azul com a professora da biblioteca, já que a minha havia quebrado e quando voltei para a sala, estava todo mundo quieto e jogando um soletrando do Luciano Huck.
Tudo começou quando um pastor professor estava usando seu apagador para apagar as anotações que fez no quadro com seu piloto , quando terminou de apagar ele pegou sua lapiseira para apontar seu lápis que ele usaria futuramente para terminar de escrever seu livro , antes de ir escrever seu livro ele foi na cozinha beber um copo de água, depois de beber seu copo de água ele pegou um pano para enxugar sua Bíblia pois tinha derramado água nela , logo após de enxergar sua Bíblia ele a abriu e viu que uma folha estava solta , então ele pegou seu grampeador e grampeou aquela folha que estava solta, depois de acidente ele foi para sua varanda pegar um ar fresco e ler um jornal , ao lado do jornal tinha uma linda lapiseira azul , quando o pastor viu a lapiseira ele lembrou do seu filho que gosta muito da cor azul , então naquela Linda tarde ele chamou seu filho para jogar o jogo soletrando do Luciano Hulk e eles viveram felizes para sempre .
Tudo começou quando um ladrão entra na escola e acha um apagador no chão, E então decidir roubar o apagador, feliz por ter roubado seu primeiro item, o ladrão tem uma ideia... Já que era cedo de mais e não tinha ninguém na escola, ele decide tentar roubar mais coisas, e então encontra em uma sala um piloto escondido debaixo de uma banca e também rouba o piloto, não era bem oq ele queria roubar mais mesmo assim roubou, logos mais adiante encontra uma lapiseira e também a rouba, e avista logo mais a frente um bebedouro e pega um copo e bebe alguém ( afinal ele também é filho de Deus né), e depois de beber a sua água, encontra um grampeador e uma outra lapiseira também rouba, logo mais a frente encontra uma bíblia já essa ele não roubou, pois por o incrível que pareça ele tinha respeito pela palavra de Deus ( parece que nem tudo está perdido para esse ladrão), logo mais a frente encontra um jogo do soletrando com Luciano Hulk e decidi roubar, e quando estava prestes a sair da escola, o ladrão encontra um jornal, e então decidi ler o jornal em quanto saia friamente da escola, mas quando menos esperava leva um tiro na cabeça de um policial militar e morre inutilmente.
Tudo começou quando, jogaram um apagador no meu amigo e coisas estranhas começaram a acontecer, ontem fui para escola e jogaram um piloto em mim, parecia que tudo estava dando errado, lá tinha alguns caras bem estranhos é aparentemente violentos, alguns até tiravam a lâmina da lapiseira pra fazer estiletes, eu estava na biblioteca com meus amigos, lendo um livro quando um cara jogou um copo em mim e isso estava me deixando cada vez mais irritado, mas logo voltei a ler a Bíblia e deixei tudo aquilo de lado, mas mesmo assim tive vontade de pegar um grampeador que estava na minha frente e jogar no sujeito, porém a coordenadora chegou bem na hora, ela estava lendo um jornal, porém prestando atenção em tudo, daí os ânimos se acalmaram, voltamos do intervalo e tudo seguiu bem, até quando cheguei na sala é pisei em uma lapiseira azul que estava no chão e acabei quebrando e quase caindo, mas no final tudo correu bem, passamos o intervalo da tarde tranquilos jogando o jogo soletrando do Luciano Hulk até dar a hora de ir pra casa.
Tudo começou quando eu peguei meu apagador e meu Piloto para Fazer uma conta Matemática no quadro. Quando terminei fui passar a conta para o papel, quando eu estava ecrevendo a ponta do meu lápis quebrou, logo em seguida eu apontei meu lapis com uma lapiseira, Quando terminei de escrever fui ler o livro da bíblia, sem querer eu arranquei uma folha da bíblia, tive que usar um grampiador para grampiar a página. Depois gui jogat palavras cruzadas em um jornal e acabei quebrando a ponta do meu lápis novamente, dessa vez usei uma lapiseira azul, completei as palavras cruzadas e fui jogar o jogo soletrando do Luciano Hulk. Quando cansei de jogar fui beber um copo d'água e fui dormir, pois estava cansado e tinha aula no próximo dia.
Tudo começou quando cheguei na escola para mais um dia de aula e o professor esqueceu onde colocou seu apagador e piloto preto, então sugerimos que estaria na sala dos professores, quando chegou lá no local sugerido achou seu apagador, piloto, lapiseira e seu copo que também não sabia onde estava, depois de achar seus objetos, o professor foi para a sala de aula e viu um aluno com uma bíblia na qual chamou sua atenção, o aluno estava simplesmente orando para que o professor não achasse os objetos e não tivesse aula, depois disso o professor deu uma gargalhada e seguiu a aula. Ele passou uma atividade para seus alunos enquanto organizava as provas com seu grampeador, e no meio das provas achou seu jornal no qual tinha muitas notícias interessantes e chamativas, então pegou seu lápis para anotar e marcar as notícias mas estava sem ponta e sua lapiseira ficou na sala dos professores, pediu para uma aluna emprestado e continuou a marcar as notícias quando viu uma promoção de soletrando com Luciano huck no qual ficou muito interessado e resolveu comprar para seus sobrinhos e para si mesmo. Quando chegou o dia do aniversário dos seus sobrinhos entregou os presentes e fez a alegria da criançada e a sua também.
Eu estava na escola então o professor começou a dar aula com seu piloto azul e durante a aula ele fala sobre uma notícia no jornal que tinha saído pouco tempo e depois que a aula encerrou ele usou o apagador para limpar o quadro,na aula seguinte eu tinha que grampear as folhas do meu trabalho para poder entregar e por sorte meu amigo tinha um grampeador,na aula antes do intervalo fizemos duplas e perguntei se ele tinha terminado de fazer a atividade,e ele me disse que a ponta do lápis dele tinha quebrado então eu emprestei minha lapiseira azul,antes de o sinal tocar para irmos pro intervalo pensei em beber água mas infelizmente tinha esquecido a garrafa em casa,mas ao lado do bebedouro tinha um copo plástico e com isso consegui beber água,quando o sinal tocou pro intervalo fomos para a biblioteca para ler livros e ele encontrou um livro que lhe chamou muita atenção,lá na biblioteca tinha livros de diferentes tipos até bíblias tinham lá,com o intervalo quase acabando usamos o tempo restante para jogar o jogo soletrando com Luciano huck
Tudo começou quando um pequeno apagador foi até o piloto em seu estojo perguntando:
— Como você escreve tanto sem precisar de uma lapizeira?
— Eu uso tinta, como as canetas! — O piloto respondeu.
No outro dia, o apagador saiu do estojo e foi até a bolsa. Dessa vez, ele foi até o livro e perguntou para ele:
— Por que você tem tantas palavras difíceis?
— Eu guardo conhecimento e me adequo ao melhor palavreado baseado na situação. Quer dizer, eu sou inteligente — Respondeu para o pequeno apagador.
— Mas como você guarda tanta coisa complicada? Você nem tem espaço dentro! Você é um livro, não um copo! — Indagou.
— Apagador, não existem apenas coisas físicas para se guardar. Claro que é importante ter coisas a se apegar fisicamente, mas a experiência fica guardada dentro da nossa cabeça.
O apagador saíu com um pouco de dor de cabeça. Procurou respostas e acabou saíndo com uma filosofia maior que a bíblia. Ele voltou pro livro no outro dia com uma pergunta que já sabia a resposta, mas queria saber se entenderia dessa vez a sabedoria e o modo de pensar do livro. Mais uma vez, perguntou ao livro:
— Como você consegue ficar colado na sua capa de couro sem usar um grampeador?
— É que sou apegado a essa roupa, sabe?
— Oi?
— Ué, eu gosto dessa capa. Ela é estilosa e combina comigo.
— Tú tem outras?
— É claro que eu tenho. Qual eu irei usar quando eu lavar a que uso o dia todo? Elas apenas são iguais... Muito iguais.
— Então cê tá me dizendo que tú pode tirar a capa?
— Sim...?
— Me mostra!
— Mas é claro que não né apagador. Tá louco? Vou ficar parecendo um jornal no meio da bolsa.
O apagador saiu mais confuso do que tinha entrado naquela bolsa e foi de volta para o seu estojo.
— Eae, conseguiu respostas com o livro? — Perguntou o piloto vendo seu pequeno amigo.
— Consegui... Eu acho.
Para animar o pequeno apagador, o piloto jogou com ele seu jogo preferido, o jogo de soletrar do Luciano Huck 2, a lapizeira mortal.
Tudo começou quando o professor derrubou o bendito apagador na cabeça de João Carlos, foi aí que começou uma guerra entre professor e aluno. João Carlos teve a brilhante ideia de esconder o piloto do professor dentro da bacia do vaso sanitário, quando o professor voltou pra sala, percebeu que seu piloto favorito havia sumido, e já saiu acusando o danado do João Carlos. O professor, como forma de vingança, quebrou a lapiseira do João Carlos em vários pedaços. Ele até tentou impedir, jogando um livro de capa dura e um copo plástico, mas o professor usou o poder da fé para se proteger, ele sacou uma bíblia do bolso! E o levou para diretoria. João Carlos que não é bobo nem nada, já estava planejando sua vingança. Chegando na diretoria, ele viu um grampeador. Ele já sabia o que fazer com aquilo, João Carlos grampeou a cueca do professor no quadro da sala. Ele foi expulso. Virou um nômade e saiu viajando por aí. Em uma dessas viagens, ele encontrou dois objetos mágicos: Um jornal, que magicamente mostrava os resultados do jogo do bicho e uma lapiseira azul mágica, dentro dela havia um gênio que realizava três desejos. O primeiro desejo de João Carlos foi um jogo soletrando do Luciano Huck, era um sonho de infância do moleque. O segundo desejo foi que todos esquecessem o que aconteceu naquele dia e tudo voltasse a ser como era antes. O terceiro desejo foi a volta da TV Globinho para as telinhas. #FORAFATIMABERNARDES.
Tudo começou quando fui para a escola para assistir aula e o professor esqueceu seu apagador, imediatamente ele foi na secretaria para ver se encontrava algum apagador, em seguida ele voltou para a sala e pegou seu piloto e começou a escrever sendo que a ponta do piloto entrou para dentro ai ele pegou sua lapiseira para apontar e logo depois foi na biblioteca com seus alunos e pegou um livro para ler sendo que ele estava com cede e foi no bebedouro para beber um copo com água, logo depois foi para a igreja para adorar e chegando na hora da pregação pegou sua Bíblia para ler e meditar,pois de vez de ele ler a Bíblia em vez do livro na biblioteca, logo em seguida pegou seu grampeador para grampear o jornal que estava começando a ler sobre os dez mandamentos,sendo que ele tinha que subliar uma parte do jornal com seu lindo lápis sendo que ele estava com a ponta quebrada aí pegou sua linda lapiseira azul para apontar o lápis e logo depois foi na livraria e comprou um soletrando com o Luciano Hulk para trabalhar na sala com seus alunos.
Tudo começou quando um professor havia perdido o apagador em sala de aula e após um tempo o seu piloto também tinha desaparecido, todos estranhamente questionavam o ocorrido, logo após um aluno também havia perdido um item no qual foi sua lapiseira. Outro aulo se questionava falando que seu livro recém comprado havia sumido junto com seu copo, então um aluno retira uma bíblia de sua bolsa e começa a rezar. Então todos começam a se queixar que alguém da sala estava pegando os objetos, enquanto isso o professor encabulado percebe que seu grampeador também haveria sido pego e furioso diz " só deram liberados quando os objetos forem devolvidos", sabendo que iria demorar puxa de seu bolso um jornal do dia anterior e começa a ler. Um estudante retira de seu estojo uma lapiseira e começa a fazer a ponta de seu lápis. Quase na hora de largar um garoto se levanta com uma sacola em mãos e a coloca em cima da mesa do professor todos os itens estão lá, mas tem um a mais que é o jogo soletrando do Luciano Hulk, o garoto pega e fala "foi mal, esse é meu."
Tudo começou quando o apagador caiu no chão, o piloto parou de funcionar, o apontador não fez mais pontas, o copo quebrou e um livro rasgou, tudo isso foi obra do grampeador, ele matou os seus colegas por ganância. Mas ainda tinha um sobrevivente, a bíblia. A bíblia foi socorrida, e nesse processo ela viu a notícia da morte dos seus amigos no jornal.
O irmão mais novo do apontador ficou muito pra baixo depois da morte do seu irmão, mas com o tempo ele superou. A bíblia resolveu investigar o grampeador e descobriu o porque dele ter feito o que fez, e quem o mandou para fazer isto. Descobriu-se que o grampeador recebeu mais de um 500 mil dólares e quem o pagou para isso foi um chefe muito procurado pela polícia, que contrabandiava o "Soletrando do Luciano Huck".
Um professor veio dar aula, quando ele pegou o piloto e olhou para o quadro, o quadro estava todo sujo, e lembrou que esqueceu o apagador em casa, daí ele pegou um livro e rasgou umas folhas para limpar o quadro. Ele fez uma prova nesse dia e estava precisando de um grampeador e não tinha um grampeador na escola, ele viu que não era o dia dele, pegou seu jornal e saiu com um copo da bolsa e um cafezinho para tomar, enquanto isso os alunos ficaram jogando o jogo soletrando do Luciano hulck, outros alunos pegaram uma bíblia e fizeram um mini culto, e tinha menino na secretaria por conta de 1 lapiseira, a lapiseira azul.
Tudo começou quando eu peguei o apagador do professor, e ele melou minha mão. Peguei o piloto, e comecei a escrever no quadro o que o professor mandou. Voltei para minha banca, quando fui usar o lápis, a ponta dele quebrou. Peguei a lapiseira emprestada de um amigo, e fiz a ponta dele. Estava com sede, pedi pro professor para ir beber água; para não perder a aula, eu enchi o copo com água, e voltei para sala. Me sentei na banca e sem querer derramei o copo com água no meu livro. Peguei a minha Bíblia e tentei achar algo que falasse sobre azar ou maldição; porque não é possível, tá tudo dando errado hoje. Na volta do intervalo, tivemos que fazer uma atividade que precisava destacar a folha, peguei o grampeador na secretaria e grampeei a folha. Finalmente larguei, e quando cheguei em casa, me deparo com o meu avô lendo jornal. Eu tinha algumas atividades para fazer, fui para o quarto e quando chego lá, vejo meu irmão brincando com uma lapiseira azul. Quando terminei de fazer as atividades, fui descansar um pouco. Um tempo depois, chega meu irmão me chamando para jogar o soletrando do Luciano Hulk; eu nem sabia que aquele cara tinha jogo. Terminei de jogar, fui dormir para acabar com o dia da bizarrice.
ResponderExcluir- Pedro Marreira Bezerra
Tudo começou quando o apagador, apagou a dor do professor,que não aguentava mais o barulho na sala de aula. E então o piloto foi usado para colocar, o nome de cada um que estava fazendo barulho na aula. Na mesma sala os alunos usaram uma lapiseira para apontar o lápis e escrever uma história do livro harry potter e nessa mesma hora jogaram um copo descartável no professor sem motivo algum e então o professor pegou uma bíblia e começou a pregar o novo testamento para da mais educação a eles. então os alunos usaram um grampeador para fazer um trabalho sobre a pregação do professor. nesse meio tempo o professor pegou o jornal e começou a ler de pernas pra cima e então pegaram outra lapiseira, uma azul e jogaram de novo no professor sem motivo algum. Na hora do intervalo começaram a jogar soletrando do luciano hulk mas ninguém sabia soletrar.
ResponderExcluir- Cauã luis de Santana
Tudo começou quando o piloto caiu da mesa do professor, o aluno que estava apontando o seu lápis com a lapiseira avisou ao professor que aquele objeto tinha caído, o garoto que estava lendo um livro começou a rir, acho que livro era engraçado, mas sem querer outro aluno deixou cair um copo de água no livro dele e logo ele parou de rir e ficou sério, o aluno que estava lendo uma bíblia foi tentar ajudar pra não dar em confusão, mas não adiantou e o aluno com raiva usou o grampeador para grampear o dedo do garoto que derrubou o copo com água em seu livro, o aluno quieto tentou ajudar de alguma forma jogando uma bolinha de jornal no aluno que estava com raiva, e conseguiu, o aluno que estava apontando o seu lápis com a lapiseira azul tentou acalmar a situação e chamou eles para jogar o jogo soletrando do Luciano hulk, e eles ficaram calmos.
ResponderExcluirKauã victor
ExcluirTudo começou quando um apagador, um piloto e uma lapiseira foram encontrados na cena do crime. Além desses objetos, se encontrava um livro recém-molhado por um copo d'água, esse livro era a bíblia. A vítima estava com marcas em seu corpo, marcas de ataque com grampeador, o crime logo sairía no jornal. Notava-se que na lapiseira tinha partes de pele, unhas e carne humana, logo viram que as mães da vítima estavam trituradas com o pequeno ferro da lapiseira. Contrataram o detetive mais famoso da cidade, e ele pensava no crime enquanto jogava o soletrando do Luciano Hulk, ele juntou as peças e chegou na solução: a vítima foi morta por um "amigo" dentro de sua casa enquanto fazia diversas anotações sobre a bíblia, as suas anotações eram surpreendentes, por isso, o suspeito foi possuído pela inveja e resolveu matar o homem usando o grampeador e a lapiseira além de roubar as anotações.
ResponderExcluir-Silas Gabriel
Tudo Começou Quando eu fui ao colégio e tive que devolver um apagador e um piloto ao meu professor que os tinha perdido,nâo só isso mas também devolver a lapiseira ao meu colega. Mais tarde naquele mesmo dia enquanto eu lia um livro deu-me sede, e então fui ao bebedouro e me deparo com uma bíblia que me deixa curioso para saber como foi que ela parou ali, eu a pego e a levo até a biblioteca a devolvendo lá, após isso a bibliotecária me pediu para que eu fosse buscar um grampeador para ela. Na diretoria ainda com o objetivo de pegar o grampeador, ao olhar para o lado me deparo com minha lapiseira azul ao lado de um jornal nos achados e perdidos que após eu levar o grampeador eu voltarei pra pegar.No final de tudo pra me distrair eu tiro da minha bolsa um soletrando do Luciano Huck e começo a jogar.
ResponderExcluirTudo Começou Quando eu fui ao colégio e tive que devolver um apagador e um piloto ao meu professor que os tinha perdido,nâo só isso mas também devolver a lapiseira ao meu colega. Mais tarde naquele mesmo dia enquanto eu lia um livro deu-me sede, e então fui ao bebedouro e me deparo com uma bíblia que me deixa curioso para saber como foi que ela parou ali, eu a pego e a levo até a biblioteca a devolvendo lá, após isso a bibliotecária me pediu para que eu fosse buscar um grampeador para ela. Na diretoria ainda com o objetivo de pegar o grampeador, ao olhar para o lado me deparo com minha lapiseira azul ao lado de um jornal nos achados e perdidos que após eu levar o grampeador eu voltarei pra pegar.No final de tudo pra me distrair eu tiro da minha bolsa um soletrando do Luciano Huck e começo a jogar.
ExcluirRyan Gabriel Do Espirito Santo
Tudo começou quando o apagador caiu no meu pé, deixou-o roxo e doendo, e pra piorar a tinta do meu piloto manchou minha camisa nova. Na outra aula eu fui fazer a ponta do meu lápis e a lâmina da minha lapiseira soltou, e quando eu me levantei para pegar uma nova, derrubei a água do meu copo em cima do meu livro. Na hora do almoço tem culto numa sala e eu, levei minha bíblia pra estudá-la junto com o pessoal. No outro dia, corrigi os trabalhos dos alunos e alguns não tinham grampeador para grampear as folhas, tive que buscar na secretaria e o grampeador caiu no meu pé machucado. Eu sou tão desastrada, azarada que eu deveria até estar com a cara nós jornais com o título da mais desastrada e azarada do mundo. Lembram da lapiseira? Então... A outra nova que comprei, azul, que era linda, quebrou também. Na minha 2° aula depois de corrigir os trabalhos, fiz uma dinâmica com meus alunos com o soletrando do Luciano Hulk, quem soletrasse corretamente e mais rápido ganharia um prêmio. Eu até me diverti, até estranhei nada de ruim ter acontecido nessa aula, mas quando estava voltando para casa, começou a chovy e eu não tinha levado guarda-chuva
ResponderExcluirTudo começou quando o apagador caiu no meu pé, deixou-o roxo e doendo, e pra piorar a tinta do meu piloto manchou minha camisa nova. Na outra aula eu fui fazer a ponta do meu lápis e a lâmina da minha lapiseira soltou, e quando eu me levantei para pegar uma nova, derrubei a água do meu copo em cima do meu livro. Na hora do almoço tem culto numa sala e eu, levei minha bíblia pra estudá-la junto com o pessoal. No outro dia, corrigi os trabalhos dos alunos e alguns não tinham grampeador para grampear as folhas, tive que buscar na secretaria e o grampeador caiu no meu pé machucado. Eu sou tão desastrada, azarada que eu deveria até estar com a cara nós jornais com o título da mais desastrada e azarada do mundo. Lembram da lapiseira? Então... A outra nova que comprei, azul, que era linda, quebrou também. Na minha 2° aula depois de corrigir os trabalhos, fiz uma dinâmica com meus alunos com o soletrando do Luciano Hulk, quem soletrasse corretamente e mais rápido ganharia um prêmio. Eu até me diverti, até estranhei nada de ruim ter acontecido nessa aula, mas quando estava voltando para casa, começou a chovy e eu não tinha levado guarda-chuva
ResponderExcluirRiana Lews
Tudo começou quando o professor deixou cair o seu apagador fazendo um alto barulho, envergonhado foi pegar seu apagador do chão e sem querer deixou cair também o seu piloto, ele pegou os dois objetos e colocou sobre o seu birô ao lado de sua lapiseira.
ResponderExcluirA aula continuou normal até que o copo de água que está em seu birô caiu, derramando toda água em cima de seu livro e bíblia, o professor passou-se a ficar chateado. Aquele realmente não era seu dia de sorte.
Para piorar no meio daquela maré de azar, um aluno acabou grampeando se com o grampeador de sua colega e já é de se imaginar o tamanho da confusão e agora sim, o professor realmente se irritou e com raiva saiu com o menino para enfermaria, tendo que tomar toda a responsabilidade já que o acidente ocorreu em sua aula.
— UFA! Até que enfim! - exclamou o professor aliviado pois sua aula tinha acabado e ele já estava louco para ir à sala dos professores lê o seu jornal e poder inaugurar a sua nova lapiseira azul, já que a sua outra quebrou quando ele derrubou mais cedo no caminho ao vir para escola.
No fim do dia quando finalmente voltou para casa, chamou sua família para jogar o jogo do Soletrando com Luciano Huck e poder contar a eles o dia desastroso que tivera.
O dia azarado do professor
ResponderExcluirTudo começou quando o apagador caiu da lousa do professor e o piloto parou de funcionar e junto disso a lapiseira quebrou também. O professor pensava :
- Nossa! como estou azarado hoje.
Além desses acontecimentos o livro que estava em cima de sua lousa foi molhado pelo copo de água ao lado.
- Realmente hoje não é meu dia.
Disse o professor, mas eram coisas normais que poderia acontecer com qualquer pessoa. Após o trabalho ele foi para casa tomar banho e se trocar para ir a igreja, já quase saindo de casa ele se lembrou da bíblia pegou-a e foi para seu destino. No dia seguinte na escola seu grampeador deu defeito, que ele iria utilizar na aula mais tarde. No mesmo dia ele passou na livraria e aproveitou e comprou o jornal do dia e comprou uma lapiseira azul; um piloto; um grampeador e um jogo soletrando do Luciano Huck para fazer uma dinâmica na aula com seus alunos.
- Gabriela Nunes da Silva
Tudo começou quando eu estava na escola na sala de aula na aula de português e a aula estava tranquila até que o apagador do professor caiu no chão e um aluno retardado o escondeu enquanto o professor estava escrevendo mas seu piloto parou de funcionar, e enquanto eu estava escrevendo meu amigo me pediu uma lapizera mas eu não dei porque ele não tinha me devolvido o livro de português, então pedi ao professor para ir beber água. Enquanto eu estava lá percebi que os copos tinham acabado e quando olhei para atrás, tinha um vampiro atrás de mim e quando ele ia morder meu pescoço puxei uma bíblia do meu bolso e joguei na cara dele e ele caiu inconsciente então peguei um grampeador que estava em cima do bebedouro e usei ele para grampear a boca do vampiro então chamaram a polícia e o jornal nacional e a repórter me chamou de bêbado e então fui para casa e no dia seguinte fui processar a globo por calúnia mas obviamente perdi o processo então eles me chamaram para uma entrevista para me dar um presente por meu ato de coragem por derrotar o vampiro, então começou a reportagem e me aplaudiram e me deram o presente que era uma lapizera rosa e um soletrando do Luciano Hulk, eu não disse nada e quando a entrevista acabou fui para casa mas antes disso, botei fogo no prédio da Globo pelo presente horrível.
ResponderExcluir-Jasiel Lopes Ferreira
Tudo começou quando o apagador do professor sumiu,e também o seu piloto e ele não os encontrava em lugar algum. Os sumiços de objetos eram constantes,no dia seguinte,um aluno não achava sua lapiseira,no mesmo dia ,uma aluna não conseguia achar seu copo e nem seu livro,os desaparecimentos não acabavam. Nessa escola o diretor sempre carregava com ele uma bíblia ,ele notou o desaparecimento dos objetos e ficou alerta,até que seu grampeador sumiu.o porteiro estava lendo seu jornal, aguardando a hora para abrir a escola,quando ele abriu a escola chegou um menino apressado que derrubou no chão o seu estojo aberto,assim caiu fora do seu estojo uma lapiseira azul,ele subiu as escadas da escola correndo e tropeçou,alguns alunos que estavam reunidos jogando o soletrando do Luciano hulk riram dele. Os desaparecimentos não pararam e ainda não tinham descoberto que tinha roubado todos aqueles itens,no fim a culpa era das pessoas que não lembravam onde tinham guardado seus objetos, enfim Alzheimer.
ResponderExcluirJoão Wesley
Tudo começou quando o professor entrou na sala de aula e pegou seu apagador para retirar os vestígios de piloto de seu quadro, começou a escrever sem animação, parecia não querer dar aula naquele dia, ele para e se vira para sua turma, que fica em silêncio pelo ato inesperado que só é quebrado por uma lapiseira que cai no chão. Um aluno tentando mudar aquela situação pergunta
ResponderExcluir- Professor, é pra pegar o livro? – Ele responde com um simples e frio “não”. Outro aluno pega um copo e pede para sair, provavelmente fazia aquilo pra se retirar daquele clima desconfortável. Os alunos começam a ficar mais inquietos e se questionando o por que do seu professor está tão estranho. Então Ele começa...
- Ontem estava lendo a Bíblia quando me peguei pensando: por que eu segui essa carreira? no tempo era tudo que eu mais queria... ser professor, era meu sonho, Mas agora eu não eu estou satisfeito com isso, eu me prendi a uma profissão, uma cidade, uma rotina, não consigo mais ver brilho nas coisas do dia a dia- ele senta em sua cadeira e organiza sua mesa, canetas, livros, grampeador etc. Continua falando olhando pra sua turma
-Estava vendo em num jornal um homem que não se prende à coisas materiais, que não morava em um lugar fixo, como é mesmo o nome? NÔMADE!, esse era o nome! ele vivia a vida ao máximo...
A sala mais uma vez inquieta fazia coisas fúteis para tentar sair daquela situação, enquanto um aluno apontava um lápis que não precisava ser apontado em sua lapiseira azul, outro pegava um jogo de soletrar do Luciano Hulk e virava-se pra o colega. O professor percebendo o incomodo da turma pede desculpas a eles por falar coisas tão sérias pra pessoas tão jovens, sai da sala de súbito e entra no banheiro batendo a porta com força, o menino que saíra para beber água, agora voltando vê a cena e fica preocupado, vai até a sala e os seus colegas o explicam a situação, ao entender o que tinha acontecido vai correndo para a secretaria informar sobre o professor, que agora no banheiro, se questiona na frente do espelho
-o que aconteceu com minha vida? Quando eu perdi o controle de tudo? Não tenho com quem possa conversar, cheguei ao ponto de desabafar com meus alunos, crianças... Ele respira fundo e toma uma decisão:
-Já não tenho mais controle sobre minha vida, então não faz mais sentido continuar com ela- Ele confere se a porta está trancada e fica de frente do espelho e da um soco quebrando-o e espalhando vidro por todo lugar, pega um pedaço grande e corta na região da garganta, ali mesmo vai ao chão não morto, mas perdendo muito sangue. Enquanto isso o aluno que foi a secretaria chega no banheiro com o diretor, que bate na porta chamando pelo professor, sem resposta, ele começa a forçá-la, sem sucesso e sem resposta o diretor arromba a porta, e surpreso empurra o menino pra não ver tal cena, quando chega perto do professor no chão percebe que ele ainda está vivo, mas perdendo muito sangue e rápido, ele tenta estancar o vazamento enquanto liga para o hospital, inutilmente, pois pouco antes da ambulância chegar ele morre pela quantidade de sangue perdido.
-Como foi pra você, um aluno saber disso tudo
-Foi uma situação totalmente traumatizante Dr, tanto que com todo esse tempo que tenho consultas com o senhor, só hoje consegui falar sobre esse marco na minha vida, eu lembro que a escola fechou por um tempo depois do acontecimento, e que quando voltou ninguém era como antes, nós todos parecíamos ter perdido algo de dento de nós. E perdemos.
~Artur José
ResponderExcluirA noite que era para ser minha morte
Tudo aconteceu quando numa bela noite uma professora estava saindo da escola que ensinava, era tarde e ela não percebeu o horário passado, pois estava corrigindo algumas provas e acabou se esquecendo do horário. A caminho da saída ela passou por uma sala de aula, que estava com a porta aberta, quando viu um apagador apagando o quadro sozinho, no quadro estava escrito palavras de assustadoras e de mal gosto. Assuntada com a situação ela chegou a pensar que fosse alguma brincadeira de algum aluno. Esse pensamento passou rápido, quando ela viu na escuridão do corredor que estava, um rosto de uma mulher, e escutou como se fosse alguém correndo atrás de si e, além disso, também escutou um grito estridente, que a fez olhar para trás assustada, quando olhou para frente novamente não tinha ninguém lá, o rosto da mulher desapareceu.
Tentado fugir da situação assustadora ela correu para uma escada que estava a sua direita, que levava ao andar de cima. Quando estava no meio da escada, do topo dela começou a cair vários pilotos, fazendo ela escorregar e acabar machucado o pé. Mas ela se levantou, com muita dificuldade e conseguiu subir o que faltava da escada e entrou na primeira porta que encontrou, que também era uma sala de aula. Vagando os olhos por aquele lugar rapidamente, tentado encontrar algo que lhe atente contra vida, ela conseguiu enxergar naquela escuridão da sala, onde a única luz que ali tinha era da lua que passava pela janela e refletia diretamente a uma mesa onde tinha um livro, que nele estava escrito palavras estranhas e símbolos que ela jamais viu. Muito assustada ela correu tentado abrir a porta da sala, para sair do local, porém uma força de outro mundo lhe empurrou com tanta força a fazendo bater com as costas na parede do outro lado da sala. O impacto com a parede a fez gritar. Tentado se recuperar ela olhou para cima e viu do outro lado da sala, perto da porta, a mesma que estava a alguns segundos atrás uma mulher vestida com um vestido branco, completamente melado de sangue. Em sua mão direita ela carregava uma bíblia e na outra um copo de vidro. A mulher olhava no fundo dos seus olhos, lhe passando a mensagem que não adianta ela correr, pois, ela iria lhe pegar. Ela não tinha a menor condição de fugir daquela situação, pois estava muito machucada. Mesmo assim se levantou com várias partes do seu corpo doendo. Assim que ela ficou em pé a mulher jogou o copo em sua direção, dando um grito muito agudo, mesmo grito que havia escutado mais cedo. O impacto do copo acabou atingindo seu braço e o cortando, e pelo susto o seu corpo pendeu para trás. O que ela havia esquecido, era que atrás dela tinha uma janela, que acabou quebrando a fazendo cair do segundo andar. Caindo, ela olhou para a janela que caiu e viu a mulher lhe olhando com um sorriso no rosto. Isso foi a última coisa que viu, antes de desmaiar.
Quando acordou estava em um hospital, e também não estava sentindo seus movimentos, o que a fez ficar desesperada. Olhando ao redor seus olhos, pousaram em uma mesa que estava do lado da maca em que se encontrava. Nessa mesa tinha um grampeador, um jornal e uma lapiseira azul, de princípio na entendeu o sentido daquelas coisas se encontrarem naquele local. Mas quando olhou para o jornal ainda deitada, ela viu a notícia de que uma mulher atormentado a vizinhança, ela temeu que fosse a mesma mulher que lhe atentou contra a sua vida. Na mesa também tinha o jogo soletrando do Luciano Hulk, onde não havia percebido estar ali. O jogo estava aberto e tinha algumas cartas para fora e em uma delas estava escrito com uma tinta vermelha, que parecia sangue. Para falar a verdade era sangue. Que iria pegar ela e não adianta ela se esconder! Ali ela percebeu ser seu fim!
Emmanuelle Salete
Tudo começou quando eu estava na escola, no horário de intervalo, quando resolvi rabiscar o quadro, já que estava entediada. Aproveitei que lá estava o apagador e o piloto do professor. Depois que terminei, resolvi sentar na minha cadeira e esperar a hora da aula começar, mas foi ai que percebi que minha lapiseira sumiu. Resolvi procurar na minha mochila e vi que também havia sumido meu livro e meu copo de água, So estavam lá minha bíblia e o grampeador. Depois de muito procurar, ainda sim, não obtive resultados, então resolvi procurar fora da sala, (Caso eu tenha deixado cair ou perdido no caminho por acidente).
ResponderExcluirE Sem perceber quem vinha no caminho, acabei esbarrando com o meu professor, que passava por lá, segurando seu Jornal e seu café.
E já de se esperar, acabei derrubando todo seu café, que por sinal, lhe sujou inteiro. E o seu jornal, já não se usaria mais.
Percebendo o estrago que causei, voltei correndo imediatamente para a sala, e logo em seguida, entra se o professor, que estava enfurecido, parecia totalmente indignado com a situação. Ele estava completamente sujo e encharcado de café.
Depois de toda essa situação, acabei levando uma pequena advertência, que por minha falta de atenção, acabou gerando esse acidente um pouco desastroso.
E para piorar, sujei todo o seu quadro, com um piloto permanente...
No final da aula, acabei encontrando minha lapiseira e as outras coisas que havia se perdido. Estavam lá, no mesmo lugar de sempre, no armário, que é lá onde guardo todas as coisas possíveis, é tantas as coisas que por um acaso encontrei o jogo "soletrando" do Luciano huck, que eu costumava jogar com o meu avô.
No fim levei advertência, mas pelo menos acabei encontrando o que queria.
- Raissa Silva
Tudo começou quando, durante uma madrugada de inverno, fui acertado por um livro enquanto caminhava pela floresta perto da minha casa. Massageando o galo em minha cabeça em busca de alívio para a dor, observei o livro gigantesco aos meus pés e estranhei o seu título; "Ciência, Feitiçaria e Química para Duendes". E antes que eu pudesse pensar mais sobre o assunto fui, novamente, agredido por alguém escondido detrás das árvores, que jogou dois apontadores de cores diferentes em minha direção.
ResponderExcluir- Mas será que ele é idiota? – resmungou uma voz masculina extremamente anasalada. Ainda desnorteado pela agressão, eu me virei em direção á sua voz, e pude ver, apontando minha lanterna, o ser pequeno e de traços tão característicos dos contos de fadas. Um duende. – Olá, jovem.
Ele vestia uma calça bege apertada e um casaco elegante de tom escuro por cima da blusa da mesma cor da calça, além de usar um gorro pontudo. Passava um ar elegante e segurava um grampeador em sua mão minúscula.
- Posso ajudar? – questionei, temendo ser acertado pelo objeto que o ser pequeno segurava. Afinal, já havia provado a força por trás da aparência.
- Claro que sim, meu caro! Sou professor substituto na escola “Contos de Fadas” e não faço a mínima se ela fica para o norte ou para o sul desta floresta, pode me dizer qual é a direção? – a simpatia em sua voz era impressionante para alguém que agredira uma pessoa com um livro.
- Não faço a mínima de onde essa escola fica. Na verdade, nem sabia de sua existência – respondi, apanhando os materiais ao chão e o copo de plástico que eu segurava antes da aparição daquele ser estranho. Para falar a verdade, estava á busca da água do poço, que era situado bem no meio do bosque. Apesar de ser tarde e escuro, precisava da água gelada para a minha garganta seca, e não havia água em minha casa.
O certo poço já havia se tornado popular para a minha vila e, tudo havia se tornado ainda maior quando comerciantes passaram a abrir vendas bem ao lado. A popularidade do local chegou até os povoados próximos ao meu e, até mesmo as bancas de jornais voltaram a ser frequentadas após construídas por ali.
- Mas não é cedo demais para a escola abrir a essa hora? – perguntei, o entregando seus pertences e me questionando como poderia manter a tranquilidade diante de um duende. – Logo os comerciantes aparecem e te dão a informação que tanto quer.
- Certo, mas vou esperar apenas até o nascer do sol. – disse, abrindo sua mochila preta e guardando os materiais. E eu, como o bom curioso que sou, estreitei os olhos e ergui a lanterna para enxergar um estojo transparente com pilotos de quadro e uma Bíblia de bolso.
- Você é cristão? – ousei perguntar e acabei me surpreendendo com sua resposta, assim como me surpreendi com as discussões e diversões que seguiram até o nascer do sol. Passamos a jogar um “soletrando” do Luciano Hulk e Dominó, jogos que ele guardava em sua mochila, mas nunca usava.
No final das contas, o duende chamado James havia assustado os comerciantes, chegara atrasado ao novo trabalho e me manterá acordado até o nascer do sol. Mas apesar de tudo, foi naquela madrugada que ganhei um amigo duende. O primeiro e único.
"Sem Nexo"
ResponderExcluirTudo começou quando eu cheguei na escola e o apagador havia sumido. Não havia como apagar o que o professor havia escrito com o piloto no quadro. Eu pedi para me emprestarem uma lapiseira, eu estava tentando ler um livro enquanto bebia um copo d'água. Eu olhei para o lado e vi uma pessoa lendo uma bíblia, do nada, alguém jogou um grampeador nessa pessoa. O professor por sua vez estava lendo um jornal e nem notou o que fizeram. Me emprestaram uma lapiseira azul. De repente, vi várias pessoas se juntando para jogar o jogo "Soletrando" do Luciano Huck.
-Miguel Emaús
Título: o encontro de Tana com um demônio( parte 1)
ResponderExcluirTudo começou quando um apagador místico e um piloto lendário foram roubados do mago Christopher. E você vem me perguntar : como coisas inúteis como essas podem ser importantes? Além do fato deles serem feitos de Libon, um material mágico e raro, eles tem fragmentos de uma lapiseira construída por guinombos. Mas como coisas comuns como essas aos seus olhos são tão importantes? simplesmente coisas como essas podem se disfarçar muito bem como copos e livros, aliás quem duvidaria de coisas simples? é aí que está a essência da magia. Além de que as bíblias dos magos são bem severas em relação a objetos mágicos.
Num dia comum, mas não daqueles com um sol radiante e sim uma manhã nublada na cidade de chipping, Tana andava pensando no quão importante ela era, aliás, ninguém se importava com ela. Até que ela encontra algo.
- oras, que diabos um grampeador está fazendo na rua assim? Quase que Caio aqui! Se bem que nos dias de hoje jogam tudo na rua, mas não posso reclamar até porque eu faço o mesmo- nesse momento ouvisse uma voz rouca na mão de Tana e diante seus olhos o grampeador se tornou um jornal. ela soltou aquilo no chão e Deu um grito.
- que diabos é isso?!
- se acalme criança. não irei te fazer mal.
Então um homem começou a se aproximar de Tana e a criatura mudou de forma novamente e se transformando em uma lapiseira azul.
- os jovens de hoje não tem jeito- disse o homem.
- você disse isso comigo?
- Claro- e se foi o homem mal humorado.
E novamente a coisa mudou de forma e se transformou em um jogo quando uma criança se aproximava de Tana. O jogo tinha um nome estranho: um jogo soletrando do Luciano Huck!
- mas o que é isso agora?
- sou um demônio do fogo, tenho que me transformar em algo adaptável .
Ao ver o jogo a criança se aproximou de Tana querendo o demônio que estava disfarçado no chão. Tana rapidamente pegou a caixa.
- mamãe, eu quero, eu quero!
- infelizmente os ocidentais não tem muito gosto para jogos- disse o demônio do fogo para Tana.
Nesse momento uma senhora se aproximou de Tana e disse:
- olá minha jovem, por quanto poderia me dar esse jogo?- nesse momento Tana pensou: que coisa! E quem disse que estou vendendo isto? Mas lhe ocorreu que aquela era sua oportunidade, até que novamente a voz rouca apareceu.
- você não pode me vender garotinha se não o mago não vai gostar!- que droga!- pensou Tana .
- infelizmente ele não está a venda senhora- disse Tana com um sorriso forçado. A mulher até que insistiu, mas algo fazia Tana negar a oferta de compra .
Título: o encontro de Tana com um demônio ( parte 2)
Excluir- esses jovens ! Vamos meu filho, não ligue para essa garota de quinta.
- você falou isso comigo?
E lá se foi a mulher com seu filho, que parecia ter uns 2 anos, carregando o garoto no braço, chorando e gritando.
- que amolação! Isso tudo é sua culpa-disse Tana fuzilando o demônio com seus olhos vermelhos cor de sangue.
- foi sensato da sua parte não me vender, eu sou muito útil- disse o demônio abrindo um sorriso debochado na caixa.
- como assim útil? Você não me parece útil.
- isso é porque não foi formalizado minha cara...
- o quê?
- precisamos fazer um pacto- nesse momento os olhos de Tana se arregalaram.
- me leve para um lugar solitário, sem ninguém, e eu te contarei. Tana aceitou de imediato, ela nunca teve sorte com nada, mas será que sua sorte que nunca chegou a ter, finalmente voltou-se a estar com ela? pensou a garota, mas mal sabia ela que entrou numa roubada.
Enquanto a garota segurava cuidadosamente o demônio, sentiu um leve frio na sua espinha que a deixou com medo do que ela estava fazendo. E lá se foi Tana, e em suas mãos que agora tremiam, estava o ser com um sorriso debochado.
- você não está com medo de mim, não é mesmo?
- claro que não- a voz de Tana, cujo era melancólica, agora estava com um ar de medo.
- entendo, mas você sabe para onde vai me levar?
- Este é outro problema- nesse momento um homem alto e bem vestido apareceu com os olhos alarmantes, olhando para as mãos de Tana.
- você sabe o que está segurando, minha ratinha?
Nesse momento Tana levantou sua cabeça e disse:
- não sou uma rata!- nesse momento os olhos do homem fuzilaram a mão de Tana, ele pegou a mão dela e fez sair a tal criatura que ali estava.
- o que um demônio do fogo está fazendo com uma criança?- nessa hora o demônio mudou várias vezes de forma se transformando novamente nos objetos escolares- não venha com isso seu demônio travesso! Você pensa que pode se disfarçar como objetos de Libon? aliás, não mandei você procurá-los?- disse o homem furioso.
- e eu estava até que essa garota me encontrou e... Eu gostei dela- disse o demônio com um sorriso falso.
- não é minha culpa.
- eu sei minha ratinha.
- não sou sua rata! - disse Tana novamente, querendo dar um soco no homem. Ao reparar bem, viu seus olhos verdes que pareciam duas bolas de gude, seus cabelos loiros voaram ao vento e seus lábios rosados se esticaram com um sorriso.
- vamos Leon e nada mais de travessuras seu demônio irresponsável-disse o homem rindo.
- sou mais responsável que você-disse o demônio também rindo.
Então começou uma ventania extremamente forte, levando o homem e o demônio que agora estava em suas mãos.as últimas palavras do homem foram:
" Até logo minha ratinha"
Seguido da resposta de Tana:
- eu não sou sua ratinha!
E lá se foi o homem, deixando Tana sozinha e confusa de como voltar para casa.
- eu sou muito azarada- disse Tana irritada
- Maria Eduarda Fonseca da Silva
Um dia normal na ETEMAC
ResponderExcluirTudo começou quando fui à escola e fiquei responsável por entregar o apagador ao professor anterior da aula passada. O problema é que quando fui descer a escada escorregou da minha mão, e o apagador foi longe, porém, ele não quebrou e entreguei ao professor.
Quando voltei a sala, me falaram que o piloto e seu apagador do professor sumiram, e meus colegas vibravam de alegria, porém, como tudo não são flores, o professor falou que ia buscar o projetor para uma atividade. Ao entrar na sala o professor sem querer esbarrou em um dos seus alunos e derrubou a lapiseira que tava na mão do aluno, e o professor quase pisa, mas ainda bem que não se machucou. Após copiar o assunto, ele deu continuidade para aquela atividade que ele falou que seria fazer um poema com a palavra principal“ copo’’, e tava difícil demais, meus neurônios ia explodir, mas aí tocou para o lanche, e já tava preocupada se ia entregar. Ao tocar o sinal ele pediu para que todos fossem a biblioteca e pegassem um livro e uma bíblia para coletar palavras de nosso cotidiano, com variação linguística. Após terminar todas aquelas palavras e traduções, o professor mandou todos pegar o grampeador que tava ao lado do seu apagador para grampear a atividade passada com as palavras traduzidas. Por fim ele passou um trabalho para a n1,e ganharia um prêmio que fosse mais criativo. O trabalho era para usar o jornal para se basear e reproduzir um jornal com notícias da etemac, e o prêmio seria o soletrando do Luciano Hulk e uma lapiseira azul.
-Thaynara Biatriz da Silva Almeida
Tudo começou quando o professor estava dando aula e se deu conta que esqueceu seu apagador, então foi em outra sala e pegou emprestado com outro professor, e aproveitou que estava fora de sala, e foi colocar tinta no seu piloto. Na mesma aula, ele passou uma prova na qual valia nota, após um tempo de prova, um aluno falou q a ponta de seu lápis quebrou e pediu para seus colegas uma lapiseira, enquanto ele pedia, o professor notou um aluno vendo o livro, porém, ao invés de pegar a prova do aluno, ele falou que iria beber um copo d'água e ficou observando o aluno do lado de fora da sala, após um tempo, entrou na sala novamente e se deu conta que o garoto já tinha terminado a prova e estava lendo a Bíblia para se acalmar da tensão da prova. Após alguns minutos, uma garota avisou ao professor que a sua prova não estava grampeada, e foi na secretaria usar o grampeador para prender as folhas. Após a aula, todo largaram e foram pras suas casas, quando chegou em casa, o professor foi ler um livro pra descontrair do dia cheio, até que seu filho chegou e falou que estava precisando de uma lapiseira nova, então ele foi comprar, e encontrou uma bela lapiseira azul, aproveitou e comprou um jogo de soletrar do Luciano Hulk, para entreter seu filho.
ResponderExcluir- Bruno França da Hora
Titulo : O encontro com a coisa.
ResponderExcluirTudo começou quando eu encontrei o apagador e um piloto em cima da mesa. A lapiseira também estava ao lado, mas eu não prestei atenção nisso. Ouvi um barulho vindo dos fundos e me virei para ver o que era. Quando eu me virei, avistei uma mulher com um vestido preto, segurando um livro preto. Seu rosto era irreconhecível, sua boca estava sangrando, haviam marcas em seu pescoço, sugerindo que alguém a tinha enforcada, em suas pernas, tinham grandes cortes que aparentavam serem profundos. Ao meu lado tinha um copo de vidro, eu o peguei e o bati em sua cabeça, o vidro caiu pelo chão e cortou um pouco do meu dedo. Ela veio em minha direção em quanto falava palavra estranhas, a mulher me ignorou e andou reto, em direção a uma bíblia muito antiga que estava em cima da estante. Eu estava em pânico, a criatura era horrenda e assustadora, eu não encontrei nenhum objeto que poderia utilizar como arma, tinha apenas um grampeador, inútil e indefeso. Quando eu tentei olhar de novo para a mulher, afim de tentar reconhece-la, eu lembrei de um jornal que eu li alguns meses atrás, nele havia uma reportagem sobre uma mulher de 21 anos que foi brutalmente assassinada pelo seu vizinho. Seu corpo foi encontrado esquartejado dentro de um cofre, junto dele encontraram uma lapiseira azul. O caso ainda não foi solucionado, mas os policiais acreditam que seja algum tipo de mensagem oculta para alguém, o resto, eu não consegui me lembrar.
A mulher descobriu que eu a tinha reconhecido e continuou a dizer frases estranhas. Ela pegou o grampeador que eu achava ''indefeso'', olhou para os meus olhos e o enfiou dentro do meu olho esquerdo, ela fez isso três vezes. Eu gritei de dor, ela insatisfeita abriu sua bíblia e pegou uma faca de dentro dela, veio em cima de mim e cortou o meu antebraço. O sangue jorrou em todo o chão e eu gritei de dor novamente enquanto caia sobre meu sangue. Quando abri os meus olhos, eu estava deitado em cama, dentro de um hospital e ao meu lado, em cima da mesa, tinha um soletrando do Luciano Huck. Eu não entendi de início, mas eu sabia que ali era a minha morte.
~Matheus Vinicius da Silva Teixeira
UM PÉSSIMO DIA
ResponderExcluirTUDO COMEÇOU QUANDO O QUE EU MAIS QUERIA, ERA UM APAGADOR PARA APAGAR ESSE PÉSSIMO DIA, EU ESTAVA NA ESCOLA DE MANHÃ E QUANDO EU VIRO PRA PEGAR MEU APONTADOR, UMA PESSOA JOGOU UM PILOTO NA MINHA CABEÇA, FIQUEI TÃO BRAVA, MAS EU DEIXEI PRA LÁ. PEGUEI MEU COPO PARA BEBER ÁGUA, QUANDO ALGUÉM ESBARRA EM MIM E MEU COPO CAI É QUEBRA, SÓ PELA PARTE DA MANHÃ ACONTECEU ISSO TUDO, SÓ QUERIA IR PRA CASA. TENTEI ESQUECER AS COISAS QUE TINHA ACONTECIDO E FUI LER MEU LIVRO FAVORITO : A BÍBLIA, QUANDO MINHA COLEGA TROUXE UMAS 5 FOLHAS E PEDIU MEU GRAMPEADOR E DEPOIS PEDIU PRA EU GRAMPEAR AS FOLHAS, FIZ E FUI PRA CASA. QUANDO CHEGUEI EM CASA, ENCONTREI UMA PILHA DE JORNAIS ESPALHADO NO MEU QUARTO E UMA CASA DA MINHA IRMÃ ESCRITO: SURPRESA, DE NADA PELA BRINCADEIRA, RESOLVO TOMAR UM BANHO E NO EXATO MOMENTO EM QUE ENTRO NO BANHEIRO, ENCONTRO VÁRIAS LAPISEIRAS ESPALHADAS NO CHÃO, INCLUSIVE A MINHA LAPISEIRA AZUL QUE ELA PEGOU DE MIM E ME FEZ ACHAR QUE EU TINHA PERDIDO.TOMEI MEU BANHO E QUERIA UM JOGUINHO TIPO: LUDO, BANCO IMOBILIÁRIO E ETC. FALEI QUE QUERIA JOGAR PRA MINHA MÃE E MEU AVÔ ESCUTOU E ME TROUXE O JOGO: SOLETRANDO COM LUCIANO HULK, NÃO QUIS SER GROSSA COM MEU VÔ E DISSE: VÔ ESTOU CANSADA, MEU DIA FOI CHEIO E ESTRESSANTE, VOU DORMIR TÁ?, ELE ENTENDEU. FUI AO MEU QUARTO, VI ALGUND TIK-TOKS E DEPOIS ACABEI DORMINDO.
EMILLY KAREN DA SILVA SOARES
Tudo começou quando fui para a escola e logo vi um apagador, um piloto, uma lapiseira e um livro no chão da sala de aula, estava uma bagunça. Peguei tudo que estava no chão e arrumei aquela sala. Depois que chegou na hora do intervalo vinheram me perguntar se eu tinha visto uma lapiseira azul e uma biblia na sala, quando eu escutei o nome "Biblia" fiquei surpreso, como que pode uma pessoa deixar atoa e perder algo tão sagrado? Procuramos a biblia e a tal da lapiseira azul, não encontramos. Tempos depois o sinal tocou, era hora de largar, quando chega um menino correndo e bate em mim com um copo cheio de água, fiquei com tanto ódio que me deu vontade de pegar um grampeador e grampear todo aquele menino. Me enxuguei, queria ir embora daquele lugar. Depois de sair da escola finalmente, decidi ir para a praça, comprei um jornal e comecei a ler, estava muito cansado depois desse dia, só queria minha casa. Já estava indo embora da praça, ate que novamente chega o mesmo menino que esbarrou em mim com aquele copo d'agua, me oferecendo um joguinho soletrando com o luciano hulk por 5 reais. Me alterei depois daquilo que decidi sair correndo para não se estressar mais ainda. Daí o alarme toca e logo percebi que tudo aquilo era um sonho, ou melhor um pesadelo.
ResponderExcluirKauã Vinicius S. Mota
Tudo começou quando um menino estava em sua casa, mexendo nas coisas do seu quarto, e encontrou no fundo da gaveta do seu guarda-roupa um apagador, o objeto que encontrara parecia velho, entretanto, ainda dava para o gasto.
ResponderExcluirO garoto, como nunca usou ele, ficou bastante pensativo de como usar aquilo, até que ele pegou um piloto de sua mãe e foi testar na escola onde estuda, e achou interessante.
Como aquele garoto era bastante prestativo e dedicado nos estudos, ele chegou a conclusão de dar aulas de reforço para as crianças no bairro onde morava. Dias depois, ele iniciou a jornada das aulas com os seus próprios livros que tinha recebido da escola.
Ao passar dos meses, ele foi criando paixão em ensinar, pelo seu esforço e dedicação, as crianças gostavam muito dele, e ficam gratas a ele em auxiliar nas dificuldades que elas tinham, e ele incentivava a elas continuarem com brincadeiras que ele fazia, por exemplo:quem acertar a pergunta mais difícil, ganhava o Soletrando do Luciano Huck, duas lapiseiras, uma de cor azul e mais um copo e um grampeador.
Até que um dia, uma menina estava com uma Bíblia na mão, lendo-a, dentro da sala, até então, o mesmo não era evangélico.
Consequentemente, ele se dirigiu a aquela menina e a interrogou:
- Oi, qual é o seu nome?
Ela respondeu:
- Luciana.
O menino disse:
- O meu é Eugênio, prazer!
e perguntou o que ela estava lendo e ela disse:
-Estou lendo a Bíblia.
O garoto achou interessante e perguntou:-Posso ler com você?
E ela confirmou balançando a cabeça positivamente.
Na medida que eles iam lendo, eles iam debatendo sobre o conteúdo da Bíblia, assim sendo, a moça perguntou se ele queria aceitar a Jesus, e ele disse com entusiasmo e convicção:
-Sim, eu quero!
Deste modo, ele passou a ir na mesma igreja com Luciana, os dois ficaram muito amigos um do outro, começaram a trocar mensagens de Whatsapp e os dois tinham algo em comum: o sonho de se tornarem professores.
A relação dos dois estava se tornando mais intenso, mas o inesperado acontece.
Até então, o garoto soube que ela sofria de crises de ansiedade e ela ficou bastante tempo sem falar com ele pelo Whatsapp. No dia seguinte, Eugênio estava andando pelo centro da cidade na qual morava, com uma expressão triste e abatida.
Até que um idoso com um jornal na mão, se aproxima dele e o perguntou:
- Jovem, você é amigo da minha neta?
Ele, sem entender, incrédulo com a pergunta que o velho fizera, disse:
-Amigo? De quem?
O homem respondeu:
-De Luciana.
O garoto falou:
Ah, sim, a conheço.
Até então, ele não imaginava que isso acontecera com ela, o idoso prosseguiu falando, com um semblante abalado e com os olhos mergulhados por lágrimas:
Eu tenho uma péssima notícia para te dar.
O garoto, já aparentemente também tristonho, o pergunta:
-O que aconteceu com ela?
O homem começa a descrever:
Ela estava passando por dificuldades em casa por causa de sua mãe, que estava muito doente, e tinha que cuidar dos seus 2 irmãos, trabalhar e fazer os deveres de casa para ajudá-la, enquanto ela se recuperava.
Mas o pior estava por vir, quando ela estava passando por uma rua que havia um tiroteio.
Infelizmente, ela foi atingida por uma bala perdida no pescoço, os vizinhos tentaram a socorrer ao hospital, mas ela faleceu...
Depois de 30 segundos dolorosos de choro, o idoso falou:
-Agora, eu te deixo uma lição, nunca desista dos seus sonhos, siga em frente!
E ele se despediu de Eugênio e seguiu para a sua casa.
O garoto ficou muito triste no começo, ao ponto de quase entrar em depressão, mas ele se lembrou do que o homem lhe disse.
9 anos depois, estava ele se formando na universidade onde cursava a faculdade na qual almejava, em homenagem a sua amada Luciana, que ficará eternamente em sua memória.
-Matheus Deivid
Tudo começou quando...
ResponderExcluirO apagador notou que ambos seus amigos, o apagador e a lapiseira estavam silenciosos, tristes.
Logo foi atrás de descobrir tamanha tristeza.
Questionou para a Bíblia que era o líder do grupo, perguntou para o grampeador o famoso sabe tudo, questionou para o velho jornal, o sábio.
Mas ninguém sabia o motivo de tanta tristeza. A lapiseira azul, irmã da lapiseira, também percebeu que sua irmã estava quieta e triste, porém ela não sabia o que estaria trazendo esse sentimento.
O que todos não esperavam era que, o único que sabia o motivo era o jogo soletrando do Luciano Huck. Ele notara que ambos estavam cansados, não conseguiam trabalhar e estavam com medo de não serem mais úteis para o grupo, então finalmente o apagador descobriu o que estava trazendo a tristeza.
- Francyelle Bezerra de Andrade
Tudo começou quando o professor pegou seu apagador e tirou seu piloto da bolsa, e emprestou sua lapiseira ao aluno. A lapiseira caiu no chão e quebrou, em seguida o menino pediu pra sair da sala e pegou seu copo e foi beber água, aproveitando que tocou pro intervalo, pegou sua Bíblia e foi ler, e começou a contar do novo testamento pra tia da limpeza. Mas sua Bíblia já era antiga e as páginas estavam caindo, então ele usou um grampeador pra colocar todas as páginas que caíram no lugar. Depois de ler e “ajeitar” sua Bíblia, ele foi ver o jornal, depois de ler algumas coisas, ele queria marcar os assuntos que mais chamou sua atenção. Mas a ponta do seu lápis estava quebrada, então ele lembrou que na sala tinha uma lapiseira azul, fez a ponta e marcou as notícias. Aproveitando que ainda faltava um tempo pro intervalo acabar, juntou seus amigos e foi jogar o “soletrando com o Luciano Huck”.
ResponderExcluir- Amanda Carla
Tudo começou, quando cheguei na escola e tacaram um apagador em mim, não tinha sido de proposito e acabou sendo "sem querer", mas entrei na resenha e taquei um pilote de volta e acabei derrubando a minha lapiseira, resolvi tomar agua e peguei um copo de plástico para isso, resolvi ir na biblioteca para ler um livro e acabei encontrando uma bíblia, resolvi pegar o grampeador para colocar a folha solta de volta na bíblia, acabei encontrando um jornal de hoje e resolvi ler e me atualizar, acabei ficando entediado, nisso peguei uma lapiseira azul com a professora da biblioteca, já que a minha havia quebrado e quando voltei para a sala, estava todo mundo quieto e jogando um soletrando do Luciano Huck.
ResponderExcluir- David Lucas
Tudo começou quando um pastor professor estava usando seu apagador para apagar as anotações que fez no quadro com seu piloto , quando terminou de apagar ele pegou sua lapiseira para apontar seu lápis que ele usaria futuramente para terminar de escrever seu livro , antes de ir escrever seu livro ele foi na cozinha beber um copo de água, depois de beber seu copo de água ele pegou um pano para enxugar sua Bíblia pois tinha derramado água nela , logo após de enxergar sua Bíblia ele a abriu e viu que uma folha estava solta , então ele pegou seu grampeador e grampeou aquela folha que estava solta, depois de acidente ele foi para sua varanda pegar um ar fresco e ler um jornal , ao lado do jornal tinha uma linda lapiseira azul , quando o pastor viu a lapiseira ele lembrou do seu filho que gosta muito da cor azul , então naquela Linda tarde ele chamou seu filho para jogar o jogo soletrando do Luciano Hulk e eles viveram felizes para sempre .
ResponderExcluirMarcos Fernando do Nascimento júnior
O ladrão
ResponderExcluirTudo começou quando um ladrão entra na escola e acha um apagador no chão, E então decidir roubar o apagador, feliz por ter roubado seu primeiro item, o ladrão tem uma ideia...
Já que era cedo de mais e não tinha ninguém na escola, ele decide tentar roubar mais coisas, e então encontra em uma sala um piloto escondido debaixo de uma banca e também rouba o piloto, não era bem oq ele queria roubar mais mesmo assim roubou, logos mais adiante encontra uma lapiseira e também a rouba, e avista logo mais a frente um bebedouro e pega um copo e bebe alguém ( afinal ele também é filho de Deus né), e depois de beber a sua água, encontra um grampeador e uma outra lapiseira também rouba, logo mais a frente encontra uma bíblia já essa ele não roubou, pois por o incrível que pareça ele tinha respeito pela palavra de Deus ( parece que nem tudo está perdido para esse ladrão), logo mais a frente encontra um jogo do soletrando com Luciano Hulk e decidi roubar, e quando estava prestes a sair da escola, o ladrão encontra um jornal, e então decidi ler o jornal em quanto saia friamente da escola, mas quando menos esperava leva um tiro na cabeça de um policial militar e morre inutilmente.
- Moab Augusto
Tudo começou quando, jogaram um apagador no meu amigo e coisas estranhas começaram a acontecer, ontem fui para escola e jogaram um piloto em mim, parecia que tudo estava dando errado, lá tinha alguns caras bem estranhos é aparentemente violentos, alguns até tiravam a lâmina da lapiseira pra fazer estiletes, eu estava na biblioteca com meus amigos, lendo um livro quando um cara jogou um copo em mim e isso estava me deixando cada vez mais irritado, mas logo voltei a ler a Bíblia e deixei tudo aquilo de lado, mas mesmo assim tive vontade de pegar um grampeador que estava na minha frente e jogar no sujeito, porém a coordenadora chegou bem na hora, ela estava lendo um jornal, porém prestando atenção em tudo, daí os ânimos se acalmaram, voltamos do intervalo e tudo seguiu bem, até quando cheguei na sala é pisei em uma lapiseira azul que estava no chão e acabei quebrando e quase caindo, mas no final tudo correu bem, passamos o intervalo da tarde tranquilos jogando o jogo soletrando do Luciano Hulk até dar a hora de ir pra casa.
ResponderExcluirJosé Anderson
Tudo começou quando eu peguei meu apagador e meu Piloto para Fazer uma conta Matemática no quadro. Quando terminei fui passar a conta para o papel, quando eu estava ecrevendo a ponta do meu lápis quebrou, logo em seguida eu apontei meu lapis com uma lapiseira, Quando terminei de escrever fui ler o livro da bíblia, sem querer eu arranquei uma folha da bíblia, tive que usar um grampiador para grampiar a página. Depois gui jogat palavras cruzadas em um jornal e acabei quebrando a ponta do meu lápis novamente, dessa vez usei uma lapiseira azul, completei as palavras cruzadas e fui jogar o jogo soletrando do Luciano Hulk. Quando cansei de jogar fui beber um copo d'água e fui dormir, pois estava cansado e tinha aula no próximo dia.
ResponderExcluirTudo começou quando cheguei na escola para mais um dia de aula e o professor esqueceu onde colocou seu apagador e piloto preto, então sugerimos que estaria na sala dos professores, quando chegou lá no local sugerido achou seu apagador, piloto, lapiseira e seu copo que também não sabia onde estava, depois de achar seus objetos, o professor foi para a sala de aula e viu um aluno com uma bíblia na qual chamou sua atenção, o aluno estava simplesmente orando para que o professor não achasse os objetos e não tivesse aula, depois disso o professor deu uma gargalhada e seguiu a aula. Ele passou uma atividade para seus alunos enquanto organizava as provas com seu grampeador, e no meio das provas achou seu jornal no qual tinha muitas notícias interessantes e chamativas, então pegou seu lápis para anotar e marcar as notícias mas estava sem ponta e sua lapiseira ficou na sala dos professores, pediu para uma aluna emprestado e continuou a marcar as notícias quando viu uma promoção de soletrando com Luciano huck no qual ficou muito interessado e resolveu comprar para seus sobrinhos e para si mesmo. Quando chegou o dia do aniversário dos seus sobrinhos entregou os presentes e fez a alegria da criançada e a sua também.
ResponderExcluirMaria Clara Araújo de souza
ExcluirEu estava na escola então o professor começou a dar aula com seu piloto azul e durante a aula ele fala sobre uma notícia no jornal que tinha saído pouco tempo e depois que a aula encerrou ele usou o apagador para limpar o quadro,na aula seguinte eu tinha que grampear as folhas do meu trabalho para poder entregar e por sorte meu amigo tinha um grampeador,na aula antes do intervalo fizemos duplas e perguntei se ele tinha terminado de fazer a atividade,e ele me disse que a ponta do lápis dele tinha quebrado então eu emprestei minha lapiseira azul,antes de o sinal tocar para irmos pro intervalo pensei em beber água mas infelizmente tinha esquecido a garrafa em casa,mas ao lado do bebedouro tinha um copo plástico e com isso consegui beber água,quando o sinal tocou pro intervalo fomos para a biblioteca para ler livros e ele encontrou um livro que lhe chamou muita atenção,lá na biblioteca tinha livros de diferentes tipos até bíblias tinham lá,com o intervalo quase acabando usamos o tempo restante para jogar o jogo soletrando com Luciano huck
ResponderExcluir-Emanuel Gonçalves
Tudo começou quando um pequeno apagador foi até o piloto em seu estojo perguntando:
ResponderExcluir— Como você escreve tanto sem precisar de uma lapizeira?
— Eu uso tinta, como as canetas! — O piloto respondeu.
No outro dia, o apagador saiu do estojo e foi até a bolsa. Dessa vez, ele foi até o livro e perguntou para ele:
— Por que você tem tantas palavras difíceis?
— Eu guardo conhecimento e me adequo ao melhor palavreado baseado na situação. Quer dizer, eu sou inteligente — Respondeu para o pequeno apagador.
— Mas como você guarda tanta coisa complicada? Você nem tem espaço dentro! Você é um livro, não um copo! — Indagou.
— Apagador, não existem apenas coisas físicas para se guardar. Claro que é importante ter coisas a se apegar fisicamente, mas a experiência fica guardada dentro da nossa cabeça.
O apagador saíu com um pouco de dor de cabeça. Procurou respostas e acabou saíndo com uma filosofia maior que a bíblia. Ele voltou pro livro no outro dia com uma pergunta que já sabia a resposta, mas queria saber se entenderia dessa vez a sabedoria e o modo de pensar do livro. Mais uma vez, perguntou ao livro:
— Como você consegue ficar colado na sua capa de couro sem usar um grampeador?
— É que sou apegado a essa roupa, sabe?
— Oi?
— Ué, eu gosto dessa capa. Ela é estilosa e combina comigo.
— Tú tem outras?
— É claro que eu tenho. Qual eu irei usar quando eu lavar a que uso o dia todo? Elas apenas são iguais... Muito iguais.
— Então cê tá me dizendo que tú pode tirar a capa?
— Sim...?
— Me mostra!
— Mas é claro que não né apagador. Tá louco? Vou ficar parecendo um jornal no meio da bolsa.
O apagador saiu mais confuso do que tinha entrado naquela bolsa e foi de volta para o seu estojo.
— Eae, conseguiu respostas com o livro? — Perguntou o piloto vendo seu pequeno amigo.
— Consegui... Eu acho.
Para animar o pequeno apagador, o piloto jogou com ele seu jogo preferido, o jogo de soletrar do Luciano Huck 2, a lapizeira mortal.
- Igor Cezar
Tudo começou quando o professor derrubou o bendito apagador na cabeça de João Carlos, foi aí que começou uma guerra entre professor e aluno. João Carlos teve a brilhante ideia de esconder o piloto do professor dentro da bacia do vaso sanitário, quando o professor voltou pra sala, percebeu que seu piloto favorito havia sumido, e já saiu acusando o danado do João Carlos. O professor, como forma de vingança, quebrou a lapiseira do João Carlos em vários pedaços. Ele até tentou impedir, jogando um livro de capa dura e um copo plástico, mas o professor usou o poder da fé para se proteger, ele sacou uma bíblia do bolso! E o levou para diretoria.
ResponderExcluirJoão Carlos que não é bobo nem nada, já estava planejando sua vingança. Chegando na diretoria, ele viu um grampeador. Ele já sabia o que fazer com aquilo, João Carlos grampeou a cueca do professor no quadro da sala. Ele foi expulso. Virou um nômade e saiu viajando por aí. Em uma dessas viagens, ele encontrou dois objetos mágicos: Um jornal, que magicamente mostrava os resultados do jogo do bicho e uma lapiseira azul mágica, dentro dela havia um gênio que realizava três desejos. O primeiro desejo de João Carlos foi um jogo soletrando do Luciano Huck, era um sonho de infância do moleque. O segundo desejo foi que todos esquecessem o que aconteceu naquele dia e tudo voltasse a ser como era antes. O terceiro desejo foi a volta da TV Globinho para as telinhas. #FORAFATIMABERNARDES.
- Gabriel Henrique
ExcluirTudo começou quando fui para a escola para assistir aula e o professor esqueceu seu apagador, imediatamente ele foi na secretaria para ver se encontrava algum apagador, em seguida ele voltou para a sala e pegou seu piloto e começou a escrever sendo que a ponta do piloto entrou para dentro ai ele pegou sua lapiseira para apontar e logo depois foi na biblioteca com seus alunos e pegou um livro para ler sendo que ele estava com cede e foi no bebedouro para beber um copo com água, logo depois foi para a igreja para adorar e chegando na hora da pregação pegou sua Bíblia para ler e meditar,pois de vez de ele ler a Bíblia em vez do livro na biblioteca, logo em seguida pegou seu grampeador para grampear o jornal que estava começando a ler sobre os dez mandamentos,sendo que ele tinha que subliar uma parte do jornal com seu lindo lápis sendo que ele estava com a ponta quebrada aí pegou sua linda lapiseira azul para apontar o lápis e logo depois foi na livraria e comprou um soletrando com o Luciano Hulk para trabalhar na sala com seus alunos.
ResponderExcluirJORGE MANUEL
Tudo começou quando um professor havia perdido o apagador em sala de aula e após um tempo o seu piloto também tinha desaparecido, todos estranhamente questionavam o ocorrido, logo após um aluno também havia perdido um item no qual foi sua lapiseira. Outro aulo se questionava falando que seu livro recém comprado havia sumido junto com seu copo, então um aluno retira uma bíblia de sua bolsa e começa a rezar. Então todos começam a se queixar que alguém da sala estava pegando os objetos, enquanto isso o professor encabulado percebe que seu grampeador também haveria sido pego e furioso diz " só deram liberados quando os objetos forem devolvidos", sabendo que iria demorar puxa de seu bolso um jornal do dia anterior e começa a ler. Um estudante retira de seu estojo uma lapiseira e começa a fazer a ponta de seu lápis. Quase na hora de largar um garoto se levanta com uma sacola em mãos e a coloca em cima da mesa do professor todos os itens estão lá, mas tem um a mais que é o jogo soletrando do Luciano Hulk, o garoto pega e fala "foi mal, esse é meu."
ResponderExcluir-João Vinícius
Tudo começou quando o apagador caiu no chão, o piloto parou de funcionar, o apontador não fez mais pontas, o copo quebrou e um livro rasgou, tudo isso foi obra do grampeador, ele matou os seus colegas por ganância. Mas ainda tinha um sobrevivente, a bíblia. A bíblia foi socorrida, e nesse processo ela viu a notícia da morte dos seus amigos no jornal.
ResponderExcluirO irmão mais novo do apontador ficou muito pra baixo depois da morte do seu irmão, mas com o tempo ele superou. A bíblia resolveu investigar o grampeador e descobriu o porque dele ter feito o que fez, e quem o mandou para fazer isto. Descobriu-se que o grampeador recebeu mais de um 500 mil dólares e quem o pagou para isso foi um chefe muito procurado pela polícia, que contrabandiava o "Soletrando do Luciano Huck".
-Vítor Gabriel
ExcluirUm professor veio dar aula, quando ele pegou o piloto e olhou para o quadro, o quadro estava todo sujo, e lembrou que esqueceu o apagador em casa, daí ele pegou um livro e rasgou umas folhas para limpar o quadro. Ele fez uma prova nesse dia e estava precisando de um grampeador e não tinha um grampeador na escola, ele viu que não era o dia dele, pegou seu jornal e saiu com um copo da bolsa e um cafezinho para tomar, enquanto isso os alunos ficaram jogando o jogo soletrando do Luciano hulck, outros alunos pegaram uma bíblia e fizeram um mini culto, e tinha menino na secretaria por conta de 1 lapiseira, a lapiseira azul.
ResponderExcluir- Flávio Gabriel Santos